Lobo Solitário

2 de julho de 2010 at 7:09 am 1 comentário

LOBO SOLITÁRIO

Noite de lua cheia.
A magia vagueia.
Lobo solitário a uivar,
Para o desejo saciar.

Noite misteriosa.
Sedução perigosa.
Entre pranto e gemido,
Ouço o canto sofrido.

Noite que aflora a emoção.
Torna à vida a paixão.
Renasce a fantasia,
Mas logo se refugia…

O lobo solitário.

Marli Savelli

Lobo Solitário publicado no Palavras Rabiscadas em 08/02/2010

Entry filed under: Poema e Poesia. Tags: , .

Bisbilhoteira Pétala Vermelha

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Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

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