Archive for junho, 2011

Que Dia É Hoje?…

QUE DIA É HOJE?…

Escrevo porque existo, eu sinto algo todos os dias…

Marli Savelli

29 de junho de 2011 at 1:42 pm 1 comentário

Amor, Doce Veneno

AMOR, DOCE VENENO

O nosso amor está ficando mais velho
Foi em Junho, você lembra!…
Nos traçados das linhas
de expressão
Posso ver a primeira impressão
Vestígios de tudo que
nos acompanhou, nos rodeou, nos fincou…
(Foi um bicho que me picou!…)
Episódios verídicos
de recordação em pergaminho
Eu, tão pura,
Você, tão menino!
[...]
__ Onde está o escorpião?
__ Aqui, no aquário do meu coração!

Marli Savelli

27 de junho de 2011 at 2:31 pm Deixe um comentário

Deixe O Sol Entrar

DEIXE O SOL ENTRAR

Obrigada, Sol, por brilhar
dentro e fora de mim
Você chegou, acendeu a minha luz
e me deixou tão quentinha…

Agora, dois sóis
- cor de mel -
lampejam por trás da (arco) íris
dos meus olhos!…

Marli Savelli

27 de junho de 2011 at 10:21 am Deixe um comentário

Conta-Gotas

CONTA-GOTAS

Tudo em mim age com muita força
Sou feliz com muita força
Fico triste com muita força

Sinto os meus sentimentos,
dos dois lados,
desaguando para o mesmo lugar,
como se completando
nas pequenas e intensas doses!…

Marli Savelli

26 de junho de 2011 at 5:39 pm Deixe um comentário

A Subida

A SUBIDA

Do alto do precipício -
Dá um impulso e sobe, disse.
Atirando-me à vida

Marli Savelli

 Inspiração Onírica 24/06/2011

25 de junho de 2011 at 8:58 pm Deixe um comentário

No Reino das Fantasias

NO REINO DAS FANTASIAS

Se não for para ser príncipe,
então, deixa!
Sapos existem de muitos para beijar
e com borboletas nos papos.

Marli Savelli

24 de junho de 2011 at 4:05 pm Deixe um comentário

Vinagre É Vinho Que Não Deu Certo

VINAGRE É VINHO QUE NÃO DEU CERTO

Ando perdendo o apetite
por algumas coisas que me davam prazer!…
Tem que ser seco ou suave
Agridoce está me embrulhando o estômago!

Marli Savelli

22 de junho de 2011 at 1:34 pm Deixe um comentário

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Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

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