Archive for novembro, 2011

Vo(lt)ar

VO(LT)AR

Espero que não tenha faltado
água para o pássaro…
Livros desarrumados nas prateleiras
é bom sinal…
Sobre a mesa xícara suja
de café amanhecido
e sonhos não vencidos…
Eu vou
Tu voa
Nós v o amos

Marli Savelli

27 de novembro de 2011 at 1:36 am 5 comentários

Canção de Ninar

 

Nhé Nhé Nhé ( bebê)

Estava demorando
o bebê chorar … (2x)

a noite vai caindo
vem bem calminha
sobre os olhos do Arthuzinho*

cante baixinho e afinadinho
indo e vindo
bem tranquilinho…

nã nã nã nã nã nã nã

 Marli Savelli

* No lugar de Arthuzinho pode-se usar ‘menininho(a)’ ou ‘criancinha’, ou o nome do bebezinho que está ninando.

Arthur Miguel – 20 dias

23 de novembro de 2011 at 11:59 pm Deixe um comentário

Já Andava Desconfiada De Deus

JÁ ANDAVA DESCONFIADA DE DEUS

Não disse mentira: __
falava da previsão,
ocultei minha intuição!…
E mais uma vez Deus me livrou
pelas razões certas.

Marli Savelli

22 de novembro de 2011 at 7:13 pm Deixe um comentário

Dançando a Ciranda

DANÇANDO A CIRANDA

Eu sou de carne, osso e amor
__ Eu te amo tanto!
Não tenho empregada
babá, enfermeira
ou secretária…
(Meu Deus, eu sou uma só!)
Preciso me cuidar pra te cuidar (…)

Fazer as unhas,
cabelos e sobrancelhas…
Trocar as fraldas,
amamentar, ninar,
levar ao médico…
(Esqueci a hora do remédio?)
É a adrenalina do novo
Desacelerar
(…)
A urgência é amar!

Marli Savelli

19 de novembro de 2011 at 5:24 pm Deixe um comentário

Enquanto Houver Sol

ENQUANTO HOUVER SOL

Não foi acaso,
o destino nos atraiu…
Não foi descuido,
era preciso…
A léguas de distância
me escutou
(eu te escutei)
me alcançou
(eu não me cansei)
Hoje dividimos a noite
enquanto o Sol roga por nós!

Marli Savelli

12 de novembro de 2011 at 8:05 pm 2 comentários

Tão Cedo

TÃO CEDO

O ônibus vai passar,
você vai pegar?
Eu não pretendo ir
Fica também um pouco mais!
nos será dado uma segunda (…)
Vamos na terça-
ou n’outra -feira
Que tal num sábado de açaí?
Mas agora, assim?
Vai não!

Marli Savelli

12 de novembro de 2011 at 1:53 am Deixe um comentário

Meu Menino Príncipe

MEU MENINO PRÍNCIPE

Arthur Miguel não é sol,
é estrela!
Chegou à meia-noite…
Dorme de dia,
faz espetáculo à noite…
e a casa fica lotada
de alegria…

Marli Savelli

8 de novembro de 2011 at 4:54 am Deixe um comentário


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Direito Autoral

MARLI SAVELLI DE CAMPOS

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Peixes no Aquário

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Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Palavras Rabiscadas

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