Príncipe D. Besouro

9 de dezembro de 2011 at 8:28 pm 5 comentários

PRÍNCIPE D. BESOURO

Ás vezes o chamo
carinhosamente de Bebesouro
Não é inseto,
é feto,
o meu maior afeto…
A jóia que Deus colocou em minha vida
para eu cuidar
amar
lapidar
proteger
Eu o apresento espiritualmente a Deus
por Ele ter poder
quando eu não p o d e r…

Marli Savelli

Entry filed under: Poema e Poesia. Tags: .

Todo Dia Açucar ou Adoçante?

5 Comentários Add your own

  • 1. Helena Frenzel  |  10 de dezembro de 2011 às 5:39 am

    Bem bolado, gostei! Descobri algo assim quando minha filha nasceu: é algo maravilhoso. O amor existe, sim! Um abraço fraterno.

    Responder
  • 2. Marli Savelli de Campos  |  10 de dezembro de 2011 às 4:26 pm

    Sou poeta imediatista, e vc sempre antenada, heim? rs É isso mesmo, o primeiro título do poema: “O amor existe” Beijo grande,

    Responder
  • 3. Faith Shackley z  |  20 de dezembro de 2011 às 11:35 am

    Tu é s o mais belo dos belos, traz paz e riqueza, tens o brilho tão forte, por isso te chamo de pérola negra

    Responder
  • 4. Marli Savelli de Campos  |  21 de dezembro de 2011 às 7:31 pm

    Obrigada! Adorei…

    Responder
  • 5. Hunter Suladrena  |  31 de dezembro de 2011 às 10:23 pm

    gigante pela própria natureza, s belo, s forte, impávido colosso,e o teu futuro espelha essa grandeza.

    Responder

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s

Enviar trackback para este post  |  Subscribe to the comments via RSS Feed


Obrigada pela Visita!

  • 33,428 pescadores de ilusão

Direito Autoral

MARLI SAVELLI DE CAMPOS

Proteção Anti-Cópia – este blog está protegido pela Lei de Direitos Autorais. Os textos aqui contidos não podem ser utilizados sem prévia e expressa autorização da autora, ficando o infrator sujeito às penas da Lei 9.610 de 19/02/1998.

Peixes no Aquário

Selo da Amizade

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Palavras Rabiscadas

Calendário de Postagens

dezembro 2011
D S T Q Q S S
« nov   jan »
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.