Posts filed under ‘Contos, Prosas e Outros Tantos’

Viva Muito Ou Viva Pouco…

VIVA MUITO OU VIVA POUCO

“Às vezes penso que vou viver duzentos anos, outras vezes, acredito estar pela metade. Logo penso que pensar em viver mais ou menos está ligado à vontade de viver e não propriamente à condição, pois, que viva muito ou viva pouco, nada se leva da vida, a vida é que nos leva.”

Marli Savelli

9 de maio de 2012 at 6:54 pm Deixe um comentário

__ Será que é armadilha, Cecília?
__ Não sei, Marília, siga a trilha! (…)

Marli Savelli

12 de abril de 2012 at 4:39 pm Deixe um comentário

Vou Deixando … Ir

VOU DEIXANDO … IR

Engraçado como eu nunca mando fazer roupas sob medida – já tentei e me decepcionaram. Prefiro encontrar alguma pronta que faça o meu tipo e esteja na minha medida. Também não mando consertar ou tento consertar roupa, objeto, etc (exceto, se fazer valer…) Prefiro passar pra frente! E nem costumo guardar aquilo que eu já não uso mais. Não suporto ver armários e guarda-roupas abarrotados de coisas… Só pra dizer que eu tenho? Sinto-me leve quando esvazio e desfaço-me deles – fica mais organizado e fácil de encontrar aquilo que eu realmente preciso.

__ Se não uso pra quê guardar?… Não usar mais não significar estar velho. Eu me desfaço de coisas mais novas e continuo com outras mais velhas, desde que ainda não me deixaram de encantar.

Marli Savelli

27 de março de 2012 at 10:07 am Deixe um comentário

Quero Dizer Que…

QUERO DIZER QUE…

“__ Pensei em você como o último amor da minha vida…
        Achei que não fosse se importar…

Marli Savelli

26 de dezembro de 2011 at 6:48 pm Deixe um comentário

Papai Noel Não Veio (Mas Ele Existe, Vamos Acreditar)

PAPAI NOEL NÃO VEIO
(Mas Ele Existe, Vamos Acreditar)

Dezembro sempre me foi um mês [ sei lá ]. Embora haja alegria nas festas, pra mim soa melancolia… Não consigo entrar no clima… Meu filho, eu acredito que vá gostar de natal: __ enquanto ele dorme, toco um cd natalino, do Ivan Lins, pra ele ouvir… Enquanto isso a máquina lava a nossa roupa, eu limpo a casa (…), reciclo os sonhos… e também vou cantando e aprendendo… Com ele estou começando o resto da minha vida!… Quem sabe no próximo natal!

Marli Savelli

19 de dezembro de 2011 at 8:10 pm Deixe um comentário

Que Bom Que Chegou

QUE BOM QUE CHEGOU

Pensou que eu não estivesse te ouvindo?…

O meu silêncio foi uma forma de te compreender melhor, de não interferir, não perder nenhum detalhe enquanto você falava, reclamava, chorava…

Eu anotei  todos os teus pedidos, desejos e gostos _ verde de força e vitalidade, azul do céu e mar, vermelho dos morangos, rosê de doçura, tons de amarelo sol, cheio de calor…

Conforme você  ia repetindo o pedido já feito antes, eu ia colocando um pauzinho na frente… Eu fui preparando tudo:- alguns eu reservei para te enviar no tempo certo, estão guardados; outros eu mandei entregar, já estava pronta para abraçar…

Acredite, o tempo de Deus tem suas razões!…

Namastê!

Marli Savelli de Campos

30 de agosto de 2011 at 5:00 pm Deixe um comentário

No MSN Com Deus


NO MSN COM DEUS

DEUS: Saúde ou Dinheiro?
Marli: Saúde 

DEUS: Amor ou Dinheiro?
Marli: Amor 

DEUS: Alegria ou Dinheiro?
Marli: Alegria 

DEUS: Paz ou Dinheiro?
Marli: Paz 

DEUS: Eu fiz isso para você perceber que o espaço que você abre para o financeiro na sua vida  é pequeno.

Marli: Mas… nada me falta! Nada me faltará!… ;-)

Marli Savelli

23 de agosto de 2011 at 1:16 pm Deixe um comentário

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Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

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