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Dias De Feira

DIAS DE FEIRA

Segunda-feira
Terça-feira
Quarta-feira
Quinta-feira
Sexta-feira
Sábado e Domingo
Não tem feira!
Não tem feira!

Marli Savelli

Acima é uma musiquinha que eu canto pro Arthur… __Quais os dias de feira?…  “Eu só trabalho nos dias de feira … Tem escola só nos dias de feira … E o que mais, e o que mais?… Sábado e Domingo é só brincadeira!”  rs

13 de março de 2012 at 7:48 pm Deixe um comentário

Pula Pula

PULA PULA

pula, pula
pula pururuca
pula, pula
pula feito pulga...

Marli Savelli

rs

1 de fevereiro de 2012 at 5:17 pm Deixe um comentário

Não sei se é birra,
ou se é fome na barriga
Não sei se é colo
ou se cólica
Não sei se eu choro
ou se cheiro
Não sei se é xixi
ou se mimi
 Será que é o bicho-papão?
Calma, é hora de ir pra cama…
Cama leão!

Marli Savelli

4 de dezembro de 2011 at 10:32 pm Deixe um comentário

Canção de Ninar

 

Nhé Nhé Nhé ( bebê)

Estava demorando
o bebê chorar … (2x)

a noite vai caindo
vem bem calminha
sobre os olhos do Arthuzinho*

cante baixinho e afinadinho
indo e vindo
bem tranquilinho…

nã nã nã nã nã nã nã

 Marli Savelli

* No lugar de Arthuzinho pode-se usar ‘menininho(a)’ ou ‘criancinha’, ou o nome do bebezinho que está ninando.

Arthur Miguel – 20 dias

23 de novembro de 2011 at 11:59 pm Deixe um comentário


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Direito Autoral

MARLI SAVELLI DE CAMPOS

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Peixes no Aquário

Selo da Amizade

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Palavras Rabiscadas

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