Posts filed under ‘Pensamento’

 

“A qualidade de um funcionário não está no tempo que ele trabalha pra resolver uma questão, mas na solução que ele pode dar em menos tempo possível (…)”

Marli Savelli

22 de maio de 2012 at 8:43 pm Deixe um comentário

“Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de maldição”

Marli Savelli

8 de maio de 2012 at 10:32 am Deixe um comentário

Vai lançando flechas… uma hora, quem sabe, acerta!

Marli Savelli

11 de abril de 2012 at 10:29 pm Deixe um comentário

Amor De Papel

AMOR DE PAPEL

Cartas não são eternas, se o fogo consumir…

Marli Savelli

11 de fevereiro de 2012 at 10:39 pm Deixe um comentário

Na foto: Arthur Miguel e Marli Savelli de Campos

“Largo tudo pra segurar a tua mão…”

Marli Savelli

12 de dezembro de 2011 at 11:21 am Deixe um comentário

Terra, Aquário de Deus

TERRA, AQUÁRIO DE DEUS

“… é como Deus enxerga a Terra, planeta água, e seus habitantes”

 Marli Savelli

12 de dezembro de 2011 at 12:01 am Deixe um comentário

Correspondência

CORRESPONDÊNCIA

Enquanto a vida me escrever dias
eu lhe responderei diários

Marli Savelli

19 de outubro de 2011 at 3:08 pm Deixe um comentário

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Direito Autoral

MARLI SAVELLI DE CAMPOS

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Peixes no Aquário

Selo da Amizade

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Palavras Rabiscadas

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