Posts filed under ‘Poetrix’

Momento Cebola

MOMENTO CEBOLA

__ Que saudade do caralho!
(me fez chorar)
Troquei a cebola pelo alho

Marli Savelli

Caralho não é apenas usado como um”substantivo” chulo como também na ”interjeição”

24 de outubro de 2011 at 1:25 pm Deixe um comentário

Processo Seletivo

PROCESSO SELETIVO

Há 1 vaga no meu coração
Você foi classificado em 1º lugar
__ E aí, pode assumir quando?…

Marli Savelli

25 de julho de 2011 at 10:40 am Deixe um comentário

Último Suspiro

ÚLTIMO SUSPIRO

… e o que era doce amargou
O sonho acabou!…
E isso, como faca, me cortou.

Marli Savelli

2 de julho de 2011 at 4:09 pm Deixe um comentário

A Subida

A SUBIDA

Do alto do precipício -
Dá um impulso e sobe, disse.
Atirando-me à vida

Marli Savelli

 Inspiração Onírica 24/06/2011

25 de junho de 2011 at 8:58 pm Deixe um comentário

Coração na Boca

CORAÇÃO NA BOCA

Se eu soubesse que ia morder!
Agora pode devorar,
meu coração já sangra

Marli Savelli

10 de junho de 2011 at 9:29 am Deixe um comentário

Enfim, [ver]sós!

ENFIM,  [VER]SÓS!

Sou amante das Letras
- é vício da língua –
Querer te descobrir na cama

Marli Savelli

17 de abril de 2011 at 9:37 pm Deixe um comentário

Pingando

 

PINGANDO

Nenhuma lágrima desponta
Se no peito
estiver congelada
d
e
r
r
e
t
e
n
d
o
!
.
.
.

Marli Savelli

6 de janeiro de 2011 at 12:05 pm 1 comentário

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Direito Autoral

MARLI SAVELLI DE CAMPOS

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Peixes no Aquário

Selo da Amizade

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

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