Posts filed under ‘Trova’

Corpo e Alma (Réplica)

CORPO E ALMA (Réplica)

Trovador bem atrevido
Não faz sequer cerimônia
Esqueceu que tem marido
A musa chamada Antônia

Marli Savelli

Réplica ao Diálogo Poético Fictício do poeta Antonio Maria Santiago Cabral

25 de novembro de 2010 at 8:05 pm Deixe um comentário

Opositor

 

OPOSITOR

Um  réptil  na  noite  assombra
Sinistro… me olha da toca
Serpente  ao  vê-lo  na  sombra
Acendo a luz: é minhoca!

Marli Savelli

10 de setembro de 2010 at 9:22 am Deixe um comentário

Ao Sol

 

AO SOL

Mil voltas. O que procura?
Hoje ninguém o segura.
Óculos escuros negam
Conter o brilho que cega.

Marli Savelli

 

9 de setembro de 2010 at 10:11 am Deixe um comentário

24 Horas

24 HORAS

As horas… uma cratera.
Engole um dia e outro, severa!
De tarefa… soterrada.
Na agenda, de especial, nada.

Marli Savelli

9 de agosto de 2010 at 7:20 am Deixe um comentário

Olhos Azuis

 

 OLHOS AZUIS

Olhos de Arcanjo Miguel
Que  o  azul  de  luz  inundou…
São janelas para os céus
Conselhos  a  estrela  ditou…

Dedicado ao meu pai Miguel Archanjo Savelli

Feliz Dia dos Pais!

 Marli Savelli de Campos

Publicado no Palavras Rabiscadas, em 23/08/2010 

8 de agosto de 2010 at 1:26 pm Deixe um comentário

Em Linha Reta

EM LINHA RETA

Com licença, abra passagem.
Levo só minha bagagem.
Não me siga – leia o recado,
Posso pegar metrô errado.

 Marli Savelli
 
 
 

Em Linha Reta  publicado no Palavras Rabiscadas em 08/06/2010

16 de julho de 2010 at 1:34 pm Deixe um comentário

Sem Destino

SEM DESTINO

Meu corpo em desatino
à tua busca segue o trilho.
Coração em desalinho
faz sofrer este andarilho.

Marli Savelli

 

Sem Destino publicado no Palavras Rabiscadas em 03/04/2010

16 de julho de 2010 at 1:18 pm Deixe um comentário

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Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

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