Archive for junho, 2010

Carícias do Mar

CARÍCIAS DO MAR

 

Beijo o mar

Enquanto o vai e vem das ondas

Envolve o meu corpo

E me deixa molhada.

Sinto sabor de água fresca

A deslizar nos meus lábios

E gotas salpicadas de desejos

A rolar na minha pele.

 

Carícias do mar em março.

 

Marli Savelli

 

Carícias do Mar publicado no Palavras Rabiscadas em 01/03/2010

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30 de junho de 2010 at 22:20 Deixe um comentário

Alguém

ALGUÉM

Se me tratas  com desdém,
não me venhas também,
me chamar de meu bem.

Marli Savelli

 

Alguém publicado no Palavras Rabiscadas em 01/04/2010

30 de junho de 2010 at 22:03 Deixe um comentário

Alcoólatra do Amor

ALCOÓLATRA DO AMOR

Vem e me oferece um cálice
– do amor –
Sou alcoólatra!

Marli Savelli

Alcoólatra do Amor publicado no Palavras Rabiscadas em 11/02/2010

30 de junho de 2010 at 09:32 Deixe um comentário

Obsessão

OBSESSÃO

Vou sair da sua estrada,
Partir em outra caminhada.
Estou colocando um fim,
Mas você não sai de mim.

Sentimentos vêm e vão.
Só pode ser obsessão.
Eu digo não e não,
Mas é tudo em vão.

Eu oro para esquecer,
Não sei mais o que fazer.
Deus não quer me ouvir.
Abandono e vou dormir.

Sentimentos vêm e vão.
Só pode ser obsessão.
Eu digo não e não,
Mas é tudo em vão.

Inicia uma outra estação,
E a saudade no coração.
Saiba que eu já desisti,
Só não consigo resistir.

Sentimentos vêm e vão.
Só pode ser obsessão.
Eu digo não e não,
Mas é tudo em vão.

Marli Savelli

 

Obsessão publicado no Palavras Rabiscadas em 21/03/2010

30 de junho de 2010 at 09:15 Deixe um comentário

Gracejo

GRACEJO

Fecho os olhos,
assim te vejo.
Admiro os céus,
ali o seu lampejo.
Em sonhos,
suspirar sem pejo.
Ouvir no coração,
as batidas em festejo.
Cantar meu afeto,
nas notas de solfejo.
Embalar versos,
ao som do arpejo.
Esta poesia,
cantiga de cortejo.

Marli Savelli

Gracejo publicado no Palavras Rabiscadas em 25/03/2010

30 de junho de 2010 at 09:07 Deixe um comentário

Carinho Não-Confesso

CARINHO NÃO-CONFESSO

Acaricia meu cabelo.
Dedos desenhando sonhos.
Acordo pensando vê-lo.
Engano! O vento… suponho.

Marli Savelli

 

Carinho Não-Confesso publicado no Palavras Rabiscadas em 30/05/2010

30 de junho de 2010 at 08:30 Deixe um comentário

Flor da Solidão

FLOR DA SOLIDÃO

A cor branca simboliza a paz.
O preto,  as trevas.
Por que no escuro, calmaria;
no claro, gritaria?

Marli Savelli

 

Flor da Solidão publicado no Palavras Rabiscadas em 24/05/2010

30 de junho de 2010 at 08:20 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

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Tagore e Mahatma Gandhi

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Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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