Archive for janeiro, 2011

A Flor da Alma

A FLOR DA ALMA

Tudo o que sei é que o mal e o bem
vivem brigando por alguém.

Se queres ficar com o bem
e a tua flor for ímpar, comece assim
_ bem-me-quer,
_ mal-me-quer,  
_ bem-me-quer…

Se pétalas pares, o que você quer?
_ mal-me-quer
_ bem-me-quer…
Antes um difícil ponto de partida
a um funesto término.

Bem-te-quer a vida,
como um bem-te-vi que voa alegremente
nos ramos do bem-querer.

Não culpe a tua Margarida,
é a tua escolha que justifica o fim!

Marli Savelli

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30 de janeiro de 2011 at 10:41 Deixe um comentário

Pérolas aos Porcos

 

PÉROLAS AOS PORCOS

Deturpadores
Fazem das pérolas, milhos
– Apressados –
Sujam a água potável!… [lama]
A comida vira lavagem
Que desperdício!
__ Eu sou humana, [da laia]
é  frustrante, sim,  Dalai  Lama!…

Marli Savelli

 

26 de janeiro de 2011 at 09:48 Deixe um comentário

Enxaqueca

ENXAQUECA

Tomo dipirona no café
O doutor  quem me receitou
Para a enxaqueca que não me deixa!…

[[ Ai, a cabeça gritando.
   Não a nada que a faça
   calar a boca. ]]

“__ Para tristeza, um bom remédio
é coração alegre,
diga isso para o seu médico!…”

Ainda assim não me rouba
a poesia, 
“… o céu estrelado vale a dor do mundo”

Marli Savelli

24 de janeiro de 2011 at 12:46 Deixe um comentário

Pensamento

PENSAMENTO

Há sempre pés dispostos em nos passar rasteiras,

e mãos que não tardam em nos dar asas.

 

Marli Savelli

20 de janeiro de 2011 at 11:12 Deixe um comentário

Reais Valores

REAIS VALORES

João tem tudo que José queria ter.

José é tudo que João não consegue ser.

Marli Savelli

15 de janeiro de 2011 at 19:25 Deixe um comentário

Das Utopias

DAS UTOPIAS

A utopia
dá férias para filosofia.
É despojada, veste jeans e camiseta.
“__ Nada de social, vamos pra outro planeta!…”
Em cada viagem,
faz retratos de novas imagens:-
Tatua o sol, beija o céu,
abraça o vento
[…]
Tirou até foto com a lua!…

Marli Savelli

Participação na ciranda, do poeta Ricardo Vichinsky  , no Recanto das Letras.

15 de janeiro de 2011 at 15:40 Deixe um comentário

Labirinto da Alma

 

LABIRINTO DA ALMA

Sou a que colhe laranja e chupa limão
– grávida e aguda –
Cheia de um tudo que não sei!…

À mesa tomo café com pão e manteiga
– a faca na garganta –
Boca a mastigar palavras que invento.

Na decolagem da alma com os pássaros,
flutuo a observar,
como um sonho que teme o chão.

Eu vivo a nado!… No fundo, sou nada.
O peixe é a última expectativa,
que das profundezas estou a explorar!…

Marli Savelli

 

“Nas palavras que invento, quem sabe, encontro minhas verdades… Estou a explorar os caminhos…Viver é estar no labirinto… o que nos move é a busca pela saída – o nosso objetivo!”

Marli Savelli

14 de janeiro de 2011 at 09:11 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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AMOR SANTO Eu temo, sim, que se afaste de mim. Eu prefiro Você comigo Eu temo, sim, que me afaste de Ti. – – – E se for embora? – Você me chama ! E se me deixar levar? – Eu te chamo ! Meu Amor Santo ❤ Marli Savelli

Selo da Amizade

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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