Archive for junho, 2011

Que Dia É Hoje?…

QUE DIA É HOJE?…

Escrevo porque existo, eu sinto algo todos os dias…

Marli Savelli

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29 de junho de 2011 at 13:42 1 comentário

Amor, Doce Veneno

AMOR, DOCE VENENO

O nosso amor está ficando velho
Você lembra?!…
Nos traçados das linhas
de expressão
Posso ver a primeira impressão
Vestígios de tudo que
nos acompanhou, nos rodeou, nos fincou…
(Um bicho me picou!…)
Episódios
de recordação em pergaminho
Eu, tão pura,
Você, tão menino!
[…]
__ Onde está o escorpião?…
__  No aquário do meu coração!…

Marli Savelli

27 de junho de 2011 at 14:31 Deixe um comentário

Deixe O Sol Entrar

DEIXE O SOL ENTRAR

Obrigada, Sol, por brilhar
dentro e fora de mim
Você chegou, acendeu a minha luz
e me deixou tão quentinha…

Agora, dois sóis
– cor de mel –
lampejam por trás da (arco) íris
dos meus olhos!…

Marli Savelli

27 de junho de 2011 at 10:21 Deixe um comentário

Robindronath Tagore & Pablo Neruda

SÊ…
Se não podes ser águia altiva nas nuvens,
sê passarinho brincalhão no vale.
Se não podes ser árvore,
sê cana sóbria e ágil.
Se não podes ser poderoso,
sê homem simples e bom,
alimentado de sorrisos
e cantos dos que ao teu lado vivem.
A felicidade não chegará
pela grandiosidade do que tu sejas,
mas pela verdade que encontres
naquilo que tu possas ser.
Robindronath Tagore
Pablo Neruda intertextualiza o poema de Tagore,
SÊ…
Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.
Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso…
Mas sê o melhor no que quer que sejas.
Pablo Neruda

27 de junho de 2011 at 08:32 4 comentários

Conta-Gotas

CONTA-GOTAS

Tudo em mim age com muita força
Sou feliz com muita força
Fico triste com muita força

Sinto os meus sentimentos,
dos dois lados,
desaguando para o mesmo lugar,
como se completando
nas pequenas e intensas doses!…

Marli Savelli

26 de junho de 2011 at 17:39 Deixe um comentário

A Subida

A SUBIDA

Do alto do precipício –
Dá um impulso e sobe, disse.
Atirando-me à vida

Marli Savelli

 Inspiração Onírica 24/06/2011

25 de junho de 2011 at 20:58 Deixe um comentário

No Reino das Fantasias

NO REINO DAS FANTASIAS

Se não for para ser príncipe,
então, deixa!
Sapos existem de muitos para beijar
e com borboletas nos papos.

Marli Savelli

24 de junho de 2011 at 16:05 Deixe um comentário

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Obrigada =)

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Selo da Amizade

Biblioterapia

Eclosão

ECLOSÃO Todo aquele sentimento abafado, sufocado, camuflado, o que está mais lá dentro, protegido e guardado […] Você aflora, integra o que foi partido e irriga. Marli Savelli

Procuração Plenos Poderes

Eu sacrifico o meu direito de escolha e outorgo plenos poderes a Deus sobre a minha vida, para aceitar, prorrogar, retificar ou ratificar, escolher, alterar, responder, resolver, transferir e restituir, renovar, cessar e acessar (…) Autorizo-O a praticar atos em meu nome, por meio de mim – que eu não seja mais eu, não quero mais existir […]

Anulado

ANULADO Eu não carrego mais comigo o peso da promessa Deus já levou nos braços da cruz o meu fardo Eu tenho direito Está anulado! Estou livre Marli Savelli

O Rolo Eterno

O ROLO ETERNO Parece que tudo não passa de uma charada de difícil interpretação. A lógica que minha mente não está a altura de decifrar: histórias e nomes que se confundem, como num emaranhado de linhas, que só descobrimos com o desenrolar do rolo [mas, que ainda não entendemos]. Por uma razão que desconhecemos, só o Senhor […]

Aos Ratos e Aos Morcegos

AOS RATOS E AOS MORCEGOS ” Chegará o dia em que buscarás por Ele e não acharás “ – Senhor! – Senhor! ” E naquele dia atirarás aos ratos e aos morcegos os ídolos que fizeram pra adorar “ Mas, no dia de hoje, Ele ainda diz: “o que vem a mim  jamais o lançarei […]

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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