Archive for julho, 2011

Adentrar No Que O Outro É!…

ADENTRAR NO QUE O OUTRO É!…

Às vezes é preciso demonstrar
– aridez e secura –
tal qual é a razão…
Mas, se você ir mais fundo poderá encontrar
um coração de águas agitadas
a ponto de transbordar…

Marli Savelli

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31 de julho de 2011 at 11:33 Deixe um comentário

As Muralhas Ruírão

AS MURALHAS RUIRÃO

Não se assuste diante dos obstáculos…
O que tem que ser tem força suficiente
para ruir muralhas…
Mas, se por acaso os muros não caírem
e você ainda perder as asas
O melhor a fazer é acreditar….
Acreditar que lá não era o melhor lugar
para o seu sonho habitar!…

Marli Savelli

29 de julho de 2011 at 14:28 Deixe um comentário

Alma Gêmea

ALMA GÊMEA

A minha impressão não foi nada comum
Num flash de raio x
eu pude vê-lo por dentro…
– sob medida –
__ Eu fui feita da costela dele!

Marli Savelli

27 de julho de 2011 at 09:00 Deixe um comentário

Processo Seletivo

PROCESSO SELETIVO

Há 1 vaga no meu coração
Você foi classificado em 1º lugar
__ E aí, pode assumir quando?…

Marli Savelli

25 de julho de 2011 at 10:40 Deixe um comentário

Quando Perder É Ganhar

QUANDO PERDER É GANHAR

Por uns instantes
pensei que tivesse perdido (…)
Na verdade,
a perda vinha abrindo
o caminho
para a entrada de um
ganho!

Marli Savelli

25 de julho de 2011 at 08:16 Deixe um comentário

 

“Acho graça quando ouço dizer que os peixes dentro d’água estão com sede. Você vaga inquieto, de floresta em floresta, enquanto a realidade está dentro da sua morada. A verdade está aqui! Vá aonde quiser, Benzeras ou Mathura, até que você tenha encontrado Deus em sua alma, todo o mundo lhe parecerá inexpressivo.”

Robindronath Tagore

24 de julho de 2011 at 20:42 Deixe um comentário

Festa Surpresa

FESTA SURPRESA

Encheste o ambiente de balões coloridos – uma festa em mim! Estou cuidando para que nenhum estouremas percebo que lentamente  estão perdendo o ar… Uns murcham. Outros caem. Alguns o vento leva…

Marli Savelli

24 de julho de 2011 at 16:50 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Selo da Amizade

Biblioterapia

Eclosão

ECLOSÃO Todo aquele sentimento abafado, sufocado, camuflado, o que está mais lá dentro, protegido e guardado […] Você aflora, integra o que foi partido e irriga. Marli Savelli

Procuração Plenos Poderes

Eu sacrifico o meu direito de escolha e outorgo plenos poderes a Deus sobre a minha vida, para aceitar, prorrogar, retificar ou ratificar, escolher, alterar, responder, resolver, transferir e restituir, renovar, cessar e acessar (…) Autorizo-O a praticar atos em meu nome, por meio de mim – que eu não seja mais eu, não quero mais existir […]

Anulado

ANULADO Eu não carrego mais comigo o peso da promessa Deus já levou nos braços da cruz o meu fardo Eu tenho direito Está anulado! Estou livre Marli Savelli

O Rolo Eterno

O ROLO ETERNO Parece que tudo não passa de uma charada de difícil interpretação. A lógica que minha mente não está a altura de decifrar: histórias e nomes que se confundem, como num emaranhado de linhas, que só descobrimos com o desenrolar do rolo [mas, que ainda não entendemos]. Por uma razão que desconhecemos, só o Senhor […]

Aos Ratos e Aos Morcegos

AOS RATOS E AOS MORCEGOS ” Chegará o dia em que buscarás por Ele e não acharás “ – Senhor! – Senhor! ” E naquele dia atirarás aos ratos e aos morcegos os ídolos que fizeram pra adorar “ Mas, no dia de hoje, Ele ainda diz: “o que vem a mim  jamais o lançarei […]

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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