Archive for agosto, 2011

Às Vezes

ÀS VEZES

Se a vida fosse direto ao assunto
não teria enredo
Por isso é preciso tempo, ausência,
adiamento, distância,
impossibilidades, afinidades,
diálogos, silêncios,
separação, aproximação…
Às vezes, pesa
Às vezes, leva
Às vezes, amassa
Ás vezes, passa
Ás vezes…
E lá se vão quantos anos mesmo?…
Paciência!
A vida é uma enrolação.

Marli Savelli

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31 de agosto de 2011 at 17:37 Deixe um comentário

Que Bom Que Chegou

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QUE BOM QUE CHEGOU

Pensou que eu não estivesse te ouvindo?…

O meu silêncio foi uma forma de te compreender melhor, de não interferir, não perder nenhum detalhe enquanto você falava, reclamava, chorava…

Eu anotei  todos os teus pedidos, desejos e gostos _ verde de força e vitalidade, azul do céu e mar, vermelho dos morangos, rosê de doçura, tons de amarelo sol, cheio de calor…

Conforme você  ia repetindo o pedido já feito antes, eu ia colocando um pauzinho na frente… Eu fui preparando tudo:- alguns eu reservei para te enviar no tempo certo, estão guardados; outros eu mandei entregar, já estava pronta para abraçar…

Acredite, o tempo de Deus tem suas razões!…

Namastê!

Marli Savelli

30 de agosto de 2011 at 17:00 Deixe um comentário

Leve! Estou Leve…

LEVE!  ESTOU LEVE…

Não leve à risca _______
tudo o que eu rabisco:
Não escrevo só realidade,
mas vivo tudo que escrevo!…

Marli Savelli

30 de agosto de 2011 at 15:55 Deixe um comentário

Entrelaços

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ENTRELAÇOS

Ele aperta os dedos dela, entrelaçados ao seu, como dizendo:
__ Força, vai dar tudo certo!…
Ela aperta os seus de volta, como resposta:
__ Eu estou com você!…

Marli Savelli

inspiração onírica

30 de agosto de 2011 at 14:08 Deixe um comentário

Con-fiança

CON – FIANÇA

Liberte-o da prisão
Salve-o!
Salve-o da condenação
Ah, o amor…
não merece punição
Deixe-o viver solto,
rir feito bobo.
Não cometeu crime
Só roubou segredos, sorrisos,
sonos e beijos…
Ah, amor…
Será resgatado
com uma porção de promessas…

Marli Savelli

Meus queridos leitores,

Após a publicação deste poema pretendo fazer uma pausa, espero conseguir me desligar – não disse tirar da tomada – só me desligar um pouco… Isso tudo aqui é que me dá energia!

Beijos mil… Amo, amo, amo…

28 de agosto de 2011 at 00:10 Deixe um comentário

Fim De Festa

FIM DE FESTA

Chegar no fim de festa,
só se quiser comer sobras,
lavar prato sujo
com cheiro de peixe podre!
Vão precisar de muito sabão
pra limpar o salão

Marli Savelli

26 de agosto de 2011 at 21:02 Deixe um comentário

Mal-Me-Quer

MAL-ME-QUER

Não dá pra ignorar _
é diáfano e insensível…
– Anda contra o sol –
Deus tem me protegido e afastado
desses tipos de pessoas
Eu oro todos os dias:
” __Senhor! Sabes que sou distraída,
livra-me de todo mal!… “

Marli Savelli

24 de agosto de 2011 at 20:52 1 comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Selo da Amizade

Biblioterapia

Eclosão

ECLOSÃO Todo aquele sentimento abafado, sufocado, camuflado, o que está mais lá dentro, protegido e guardado […] Você aflora, integra o que foi partido e irriga. Marli Savelli

Procuração Plenos Poderes

Eu sacrifico o meu direito de escolha e outorgo plenos poderes a Deus sobre a minha vida, para aceitar, prorrogar, retificar ou ratificar, escolher, alterar, responder, resolver, transferir e restituir, renovar, cessar e acessar (…) Autorizo-O a praticar atos em meu nome, por meio de mim – que eu não seja mais eu, não quero mais existir […]

Anulado

ANULADO Eu não carrego mais comigo o peso da promessa Deus já levou nos braços da cruz o meu fardo Eu tenho direito Está anulado! Estou livre Marli Savelli

O Rolo Eterno

O ROLO ETERNO Parece que tudo não passa de uma charada de difícil interpretação. A lógica que minha mente não está a altura de decifrar: histórias e nomes que se confundem, como num emaranhado de linhas, que só descobrimos com o desenrolar do rolo [mas, que ainda não entendemos]. Por uma razão que desconhecemos, só o Senhor […]

Aos Ratos e Aos Morcegos

AOS RATOS E AOS MORCEGOS ” Chegará o dia em que buscarás por Ele e não acharás “ – Senhor! – Senhor! ” E naquele dia atirarás aos ratos e aos morcegos os ídolos que fizeram pra adorar “ Mas, no dia de hoje, Ele ainda diz: “o que vem a mim  jamais o lançarei […]

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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