Archive for outubro, 2011

Lugar Em Comum

LUGAR EM COMUM

De manhã aquela fome
do nosso café-com-pão  …
No almoço já te espero
para o arroz com salmão …
No lanche da tarde,
no jantar (…)
para o mesmo lugar!

Marli Savelli

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29 de outubro de 2011 at 22:30 Deixe um comentário

Sim, Eu Te Aceito

SIM, EU TE ACEITO!

Deus te diz que sim,
que te aceita assim… como está!
Feliz ou triste
Limpo ou sujo
Não importa como está a sua vida
A resposta é sim
Ele te aceita assim… como está!

Marli Savelli

29 de outubro de 2011 at 19:08 Deixe um comentário

Trovão

TROVÃO

Enquanto trovoa… voa!
Um trovo
Outro voa
Fazendo das tripas lira
para ver o sol

Marli Savelli

25 de outubro de 2011 at 08:37 Deixe um comentário

Não Solte A Minha Mão, Estou Tonta

NÃO SOLTE A MINHA MÃO, ESTOU TONTA

Estou tantã
Eu não sei o teu nome,
nem onde mora
Minhas manhãs estão tontas
Onde estou?
Está tudo girando…
Qual a cor do seu cabelo,
dos olhos…
Que música você ouve?
Eu não sei, eu…
Posso te chamar de amor?

Marli Savelli

20 de outubro de 2011 at 10:43 Deixe um comentário

Correspondência

CORRESPONDÊNCIA

Enquanto a vida me escrever dias
eu lhe responderei diários

Marli Savelli

19 de outubro de 2011 at 15:08 Deixe um comentário

Sinto em cada canção
uma resposta ao meu chamado
Baixinho ao ouvido
– meu nome –
Como que, de porta entreaberta,
algo encoberto
fosse sendo revelado
por entre os sons…
declarando,
gravando…

Marli Savelli

18 de outubro de 2011 at 22:36 Deixe um comentário

Eu Tentei Cultivar As Flores

EU TENTEI CULTIVAR AS FLORES

Pano de chão,
Trapo, Esterco,
Lixo…
Uma podridão
espalhada pelo chão
de seu coração: __
“Eu tentei cultivar as flores”

Sinta os sonhos
sendo ventilados com cheiro
de alecrim.

Marli Savelli

17 de outubro de 2011 at 12:01 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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AMOR SANTO Eu temo, sim, que se afaste de mim. Eu prefiro Você comigo Eu temo, sim, que me afaste de Ti. – – – E se for embora? – Você me chama ! E se me deixar levar? – Eu te chamo ! Meu Amor Santo ❤ Marli Savelli

Selo da Amizade

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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