Archive for dezembro, 2011

Se Não Me Engano, A Gente Se Engana

SE NÃO ME ENGANO, A GENTE SE ENGANA

Não sei se me engana,
ou se te engano (…)
Sei que me salva todos os dias
por engano.

Marli Savelli

28 de dezembro de 2011 at 20:31 Deixe um comentário

Colorindo A Vida Com Amor

 COLORINDO A VIDA COM AMOR

Enquanto eu faço arte,
você manha…
Diz angu
que eu faço sagu!
(…)
Se lambuza com a vida colorida
de blue over
E eu com red love

Marli Savelli

27 de dezembro de 2011 at 17:07 Deixe um comentário

Quero Dizer Que…

QUERO DIZER QUE…

“__ Pensei em você como o último amor da minha vida… achei que não fosse se importar…

Marli Savelli

26 de dezembro de 2011 at 18:48 Deixe um comentário

Não Há Amor Que Resista

NÃO HÁ AMOR QUE RESISTA

Não sufoque o amor
dentro de quatro paredes
Ele foge pela janela
O amor precisa tomar um sorvete,
Passear no shopping,
Ir ao cinema,
Ao boliche,
Comer um sanduiche
O amor precisa olhar as ruas,
a vida…
Depois, voltar pra casa!

Marli Savelli

23 de dezembro de 2011 at 05:11 Deixe um comentário

Momentos

MOMENTOS

 Os melhores momentos
geralmente me pegam desprevenida
Nem sempre bem arrumada…
Às vezes descabelada
e descalça…
Não espera eu ir me maquiar…
O jeito é dar flash
e ser feliz!

 Marli Savelli

21 de dezembro de 2011 at 04:43 Deixe um comentário

Livre

LIVRE

Pode tomar outros mares,
respirar outros ares…
Tens braços para nadar,
asas para voar…

Marli Savelli

19 de dezembro de 2011 at 20:30 Deixe um comentário

Papai Noel Não Veio (Mas Ele Existe, Vamos Acreditar)

PAPAI NOEL NÃO VEIO
(Mas Ele Existe, Vamos Acreditar)

Dezembro sempre foi pra mim um mês… [ sei lá ]. Embora haja alegria nas festas, soa melancolia, tristeza… Não consigo entrar no clima… Já meu filho, acredito que vá gostar de natal: __ enquanto ele dorme, toco cd especial de músicas natalinas, pra ele ouvir, na voz de Ivan Lins… Enquanto isso a máquina lava a nossa roupa, eu limpo a casa (…), reciclo os sonhos… e também vou cantando e aprendendo… Com ele estou começando o resto da minha vida!… Quem sabe no próximo natal!

Marli Savelli

Arthur Miguel (1 Mês )

19 de dezembro de 2011 at 20:10 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

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“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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