Archive for janeiro, 2012

Seja Como For

deus-46

SEJA COMO FOR

Eu me submeto as renuncias
e sacrifícios
que a vida prescreve,
porque sei que ela
me salva…
[ E eu posso me enganar! ]

Tudo bem,
eu digo mais uma vez!
Tudo bem.

O que demonstra
beleza,
nem sempre é riqueza
O que parece
fraqueza,
por ora fortaleza!

Marli Savelli

31 de janeiro de 2012 at 15:48 Deixe um comentário

Ligados

LIGADOS

De repente, o destino
puxou a linha para cima
e chacoalhou
até os empecilhos cairem…
– Nós nos trombamos –
Ainda meio confusa,
cambaleando,
vou seguindo contigo…

Marli Savelli

29 de janeiro de 2012 at 20:31 3 comentários

Janeiro a Janeiro

JANEIRO A JANEIRO

Não ficará no caminho…
Abra a porta
e vai entrando devagarinho…
Não foi acaso –
talvez desazo?…
Vamos superar!
Ainda existe um super avito.

 Marli Savelli

26 de janeiro de 2012 at 14:29 Deixe um comentário

Ele, Passarinho

ELE, PASSARINHO

No piscar lento
dos teus olhos vi
um bater de asas (…)
E na íris da tua lente,
a janela do quarto
refletida (…)

Eu assistia você voar
(Cresceu tanto…)
Eu olhava para a janela!

Marli Savelli

Poeminha do Contra

Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!

Mario Quintana

21 de janeiro de 2012 at 19:07 Deixe um comentário

A Margarida e O Cavaleiro

A MARGARIDA E O CAVALEIRO

Cansei…
do diário de cada dia,
da telepatia,
de dar volta em poesia...

Cansei…
dos palácios e castelos,
de éros,
e de outros elos…

Marli Savelli

20 de janeiro de 2012 at 20:02 Deixe um comentário

Cansada

CANSADA

Hoje estou cansada
e febril
Talvez esteja desarmada,
desamada
Deixei de cuidar
de mim,
de você…

Marli Savelli

18 de janeiro de 2012 at 17:56 Deixe um comentário

Bom Dia

BOM DIA

Ah, dia!

seja bem-vinda
ao dia

Ah, ah, ah!

A vida vibra
Lira

Marli Savelli

17 de janeiro de 2012 at 12:12 Deixe um comentário

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Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

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Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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