Archive for abril, 2012

A Mão Que Levanta


A MÃO QUE LEVANTA

Não busco a mão
que levanta a minha no pódio
Mas pela mão
que também me levanta do pó!

Marli Savelli

26 de abril de 2012 at 11:59 Deixe um comentário

Salvamento

SALVAMENTO

Estamos no mesmo aquário

Eu te alimento

e você me alimenta!

– questão de sobrevivência –

Salva um afogado

e ganha fôlego…

Salvando a si próprio!

 

Marli Savelli

26 de abril de 2012 at 11:32 Deixe um comentário

Não Sei (Acho)

NÃO SEI (ACHO)

Existe algo sensível pra ser compreendido:_
Tenho que me situar …
É de cheirar,
só sente no ar …
Quero saber,
entender,
e não enlouquecer …

É preciso tato,
faro (…)
Tempo
temperado com cuento

Marli Savelli

25 de abril de 2012 at 18:20 Deixe um comentário

Rota Perdida

ROTA PERDIDA

Não importa se veio da
direita ou esquerda
O importante é ir
para o mesmo lugar!
(Estou sem norte,
ao léu da sorte…)
Fica do meu lado direito,
que eu sigo do seu lado esquerdo!

Marli Savelli

23 de abril de 2012 at 22:20 Deixe um comentário

Troféu Para Tua Vaidade

TROFÉU PARA TUA VAIDADE

Mais por voce
que por mim (…)
A contagem é regressiva: —
levanta do chão
e se salva!

Marli Savelli

20 de abril de 2012 at 18:45 Deixe um comentário

Bem-Te-Vi

BEM-TE-VI

Eu te vi!
ali
Há uma presa
na pressa,
disse o bem-te-vi!
Quando não caça,
acha!

Marli Savelli

18 de abril de 2012 at 10:30 Deixe um comentário

Será?

SERÁ?

__ Será que é armadilha, Cecília?
__ Não sei, Marília, siga a trilha! (…)

Marli Savelli

12 de abril de 2012 at 16:39 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

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Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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