Archive for junho, 2012

Pérola

 

PÉROLA

A acusação que vem de
fora para dentro
não condena
quando se depara com uma consciência
pura
(…)
Transforma-a em
pérola.

Marli Savelli

30 de junho de 2012 at 19:48 Deixe um comentário

Frescura

FRESCURA

Nós,

Apertos e frouxuras

Sanas e loucuras

Tonteiras

e outras  asneiras

A rima procura

__ Frescura!

 

Marli Savelli

27 de junho de 2012 at 13:31 Deixe um comentário

Pesa Quanto?

 

PESA QUANTO?

“(…) Não digo que beleza não se põe na mesa, mas, cada um tem um critério de beleza, e mesmo este critério é eliminatório,  vale por algumas horas e momentos, depois se pesa outros quesitos e afinidades (…)”

Marli Savelli

24 de junho de 2012 at 10:23 Deixe um comentário

Que Assim Seja

QUE ASSIM SEJA

O que está escrito,
tá escrito!
O que tiver que ser,
será!
Quem viver,
verá!
E que tudo acabe bem!
Amém!

Marli Savelli

23 de junho de 2012 at 18:31 Deixe um comentário

Pés No Chão

PÉS NO CHÃO

Não dá pra entrar de cabeça!
Pode começar mergulhando os pés,
sem perder o chão
(…)

Marli Savelli

21 de junho de 2012 at 21:16 Deixe um comentário

Esta mistura me rodeando
não me deixa te querer bem,
me faz mal!
Um pouco de tristeza e dor,
rancor,
Uma pitada de amor
(…)
Está tudo rodando!

Marli Savelli

18 de junho de 2012 at 19:24 Deixe um comentário

Eu Também Mudei

EU TAMBÉM MUDEI

Ninguém tem culpa!
Com o tempo as coisas mudam…
Mesmo que não quisesse
Mas,
com o tempo as coisas mudam…
Talvez eu não quisesse
mais…
Não vou insistir
Não vou resistir 
Ando
esperando…
caminhando…
ando…

Marli Savelli

15 de junho de 2012 at 18:48 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

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Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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