Archive for julho, 2012

Quer Falar Do Quê?


QUER FALAR DO QUÊ?

Quer falar do quê?
Você quer falar de amor?
Quer falar do quê?
Você quer falar de dor?
Quer falar do quê?
Você quer falar de flor?
Quer falar do quê?

Marli Savelli

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31 de julho de 2012 at 20:13 Deixe um comentário

Arremesso

ARREMESSO

Droga te põe pra cima pra te arremessar com mais força ao chão!

Marli Savelli

29 de julho de 2012 at 18:45 Deixe um comentário

Opção: Livre

OPÇÃO : LIVRE

É um teste
de múltipla escolha: __
“Uma dentre várias apresentadas”
A melhor opção pode ser
a primeira
que lhe vier à cabeça (…)
Muitas vezes, exige um pouco mais
de raciocínio: __
“Têm pegadinhas
pra confundir a mente…”

Marli Savelli

28 de julho de 2012 at 19:34 Deixe um comentário

De Um Homem Só

DE UM HOMEM SÓ

Sou ilha de um homem só
Sou amada e amante
Sou trilha de um navegante
Sou mar e sol
Sou vento que sopra forte que passa
(…)
E a febre baixa!

Marli Savelli

26 de julho de 2012 at 22:02 Deixe um comentário

Agraciados

O amor de graça é a graça do amor

Marli Savelli

26 de julho de 2012 at 17:21 1 comentário

Uma Só Carne

UMA SÓ CARNE

Se voce sente, eu sinto
Se sofre, eu sofro
Se te despreza também me despreza
Se te magoo,
também magoo a mim (…)
É relacionamento!
É cumplicidade!

Para a dor,
o inevitável Remédio,
evitando a nossa
morte
[ Passa de
dois um,
um dois]

Marli Savelli

25 de julho de 2012 at 20:36 Deixe um comentário

Poemastigando

POEMASTIGANDO

Na arte eu sei que te gosto!
Seja aquele prato principal
ou o que acompanha
Regado de óleo de amendôas perfumadas…
Eu me alimento
(…)
Na arte eu sei que te gosto!

Marli Savelli

24 de julho de 2012 at 20:44 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Selo da Amizade

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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