Archive for setembro, 2012

É A Vez Da Colheita

É A VEZ DA COLHEITA

Um dia após o outro
De sol a chuva
(…)
__ Que venham as colheitas!

Marli Savelli

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27 de setembro de 2012 at 12:05 Deixe um comentário

Pra Você Ficar Bem, Meu Bem

fé

PRA VOCE FICAR BEM, MEU BEM

O que fazer

quando não sei o que fazer?

[oro]

O que falar

quando não se sei o que falar?

[silêncio]

O coração pensando …

A cabeça pesando …

Em silêncio oro,

pra você ficar bem, meu bem.

Marli Savelli

26 de setembro de 2012 at 15:01 Deixe um comentário

Eu Decido Confiar

EU DECIDO CONFIAR

Eu decido confiar!
Em você
fiar
horas a fio
(…)
E que eu aprenda a deixar ficar
(sem abdicar)
E que eu possa ir…

Marli Savelli

25 de setembro de 2012 at 10:56 1 comentário

Na Morada Do Amor

NA MORADA DO AMOR

Tem uma casinha no teu coração
pra eu morar?
Aqui tem uma casinha
pra você morar!

“Amor é quando a gente mora um no outro”

Marli Savelli

Citando Mário Quintana

16 de setembro de 2012 at 09:22 Deixe um comentário

ME

Lave-me,
leve-me,
live-me,
love-me,
luve-me!

Marli Savelli

14 de setembro de 2012 at 11:40 Deixe um comentário

Cada Um Na Cama Que Faz

Cada um
na cama
que faz

Faça
a cama
e deita!

Marli Savelli

13 de setembro de 2012 at 19:28 Deixe um comentário

Um Poema E Uma Flor

UM POEMA E UMA FLOR

Em cada poema
que aflora,
uma flor rompe na rota

E a vida brota
na aurora.

Marli Savelli

12 de setembro de 2012 at 15:10 Deixe um comentário

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Obrigada =)

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Apocalipse, Amor e Fúria

Biblioterapia

De Volta a Vida

  DE VOLTA A VIDA Nem Albert Einstein poderia me energizar, ele é só mais uma criatura, dentre tantas outras criaturas sua, que se encurvaria diante da tua grandeza. Quem, senão o Senhor, o Deus poderoso, maravilhoso, bondoso (…) Livra-me, ó Senhor! Salva-me! Estou confusa, sem forças, abatida e entristecida!? Responde-me, pois, eu falo contigo […]

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O AMANHÃ PERTENCE A DEUS Não saber o amanhã é andar de olhos vendados com o mapa na mão A fé É algo que se vê por dentro Marli Savelli  

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EU CULTIVO O PERDÃO Eu agradeço a Deus pelo tempo de aprendizado, mas, já me libertei desse relacionamento tóxico, conquistei o direito de não ter que ouvir os teus maldizeres, e mais, de te bloquear quando necessário, de te impedir de acessar a minha casa no interior (…) Não sou egoísta, o caminhar é individual. Joga […]

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O TALHAR DIVINO Quem disse que o processo de ser feito de novo é indolor? – Que outro, senão eu a pedra bruta! Primeiro com um martelo a esmiúça E segundo talha e trabalha – Poderá lembrar-se do antigo vaso? Então, derrama do seu vinho Dá novas vestes, calça as sandálias Põe o anel no […]

Amor Santo

AMOR SANTO Eu temo, sim, que se afaste de mim. Eu prefiro Você comigo Eu temo, sim, que me afaste de Ti. – – – E se for embora? – Você me chama ! E se me deixar levar? – Eu te chamo ! Meu Amor Santo ❤ Marli Savelli

Selo da Amizade

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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