Archive for outubro, 2012

O Vento Leva, O Vento Traz

O VENTO LEVA, O VENTO TRAZ

Em cada novo começo é preciso
parar e esperar
a poeira assentar
para enxergar
[  De tudo que ficou
 Do que o vento levou  ]
Qual a melhor direção a trilhar !

Marli Savelli

29 de outubro de 2012 at 14:55 Deixe um comentário

A Conta De vida

A CONTA DE VIDA

Seja na solidão
ou com uma multidão
(…)
Chega uma hora
em que a vida vem e te entrega a conta
Ajusta a conta!
A conta justa,
na saia justa!

Marli Savelli

29 de outubro de 2012 at 11:06 Deixe um comentário

A Picada

A PICADA

A abelha
se defende:-
o ferrão
[ do mel ao fel ]
Desperta a
amarga metade
(…)
A picada é instinto!

Marli Savelli

25 de outubro de 2012 at 14:45 Deixe um comentário

Adversário No Escuro

ADVERSÁRIO NO ESCURO

Dai-me inteligência, sensatez e perspicácia, para travar luta no escuro, com adversários que me são invisíveis.

Marli Savelli

“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” – Efésios 6:12

25 de outubro de 2012 at 11:09 Deixe um comentário

É Preciso

É PRECISO

É preciso viver momentos ruins,
para agradecer pelos momentos bons…
É preciso conhecer o que é ruim,
para reconhecer o que é bom…

Como um sentir que complementa o outro

É preciso frio para o cobertor
É preciso sede para a água
É preciso fome para o alimento
É preciso sono para o repouso

É preciso!

Marli Savelli

22 de outubro de 2012 at 15:26 Deixe um comentário


Obrigada =)

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

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Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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