Archive for novembro, 2012

Eu Aceito

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EU ACEITO

Eu quero o que a vida tem pra me dar
Aceito o que ela quiser afastar
Sementes que o vento levou para outras terras
que lá possa germinar…
Sementes que o vento trouxe…
Deixa brotar… deixa fazer primavera…

Marli Savelli

30 de novembro de 2012 at 11:32 1 comentário

queijo

“Pode ser problema ter a faca e o que queijo na mão com fome, mas,  ainda pior, é a falta de apetite”.

Marli Savelli

30 de novembro de 2012 at 08:34 Deixe um comentário

Promessa


PROMESSA

Promessas menores são perdoadas, se infringir a promessa maior.

Marli Savelli

28 de novembro de 2012 at 15:15 Deixe um comentário

Prazer?

PRAZER?

Estranho!
Voce me parece íntimo,
e é estranho,
ou,
me parece estranho,
e é íntimo.
Prazer?

Marli Savelli

28 de novembro de 2012 at 10:35 Deixe um comentário

Dente-de-Leão

DENTE-DE-LEÃO

Sinto uma leve pena:__
O que carrega
te deixa carregado
__ Sinto um peso!
A vida pode ser mais fina,
mais suave, mais doce
(…)
O que é leve é mais forte
Cansa menos,
vai mais longe!

Marli Savelli

27 de novembro de 2012 at 11:40 Deixe um comentário

Pura Ilusão

PURA ILUSÃO

Pura ilusão pensar ser feliz
com isso ou aquilo
A gente pode ser feliz
sem isso ou aquilo

Pura ilusão pensar ser infeliz
sem isso ou aquilo
A gente pode ser infeliz
com isso ou aquilo

Marli Savelli

27 de novembro de 2012 at 09:39 Deixe um comentário

Indisponível


INDISPONÍVEL

Vitrine,
são para os que estão à venda!
(…)
Na prateleira,
produto (indisponível)
– reservado –

Marli Savelli

26 de novembro de 2012 at 11:26 Deixe um comentário

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Obrigada =)

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

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“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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