Archive for janeiro, 2013

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Mão assassina não é só a de quem aperta o gatilho, mas de quem aponta a arma.

Marli Savelli

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30 de janeiro de 2013 at 12:01 Deixe um comentário

A Montanha

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A MONTANHA

Meu Deus,
eu nem te peço que remova
a montanha,
(se preferir!)
me dê, alternativa,
condição de contorná-la,
passar…
Eu vejo além dela.

Marli Savelli

29 de janeiro de 2013 at 12:53 Deixe um comentário

Amor

amor

AMOR

Amor,
eu já mendiguei!?
eu já neguei…
eu já comprei!?
eu já dei…
……………. [ a m o r ]
Não se deve mendigar,
nem comprar…
É preciso ser sentido
e correspondido
Senão, não é amor…
É outra coisa
Amor!

Marli Savelli

28 de janeiro de 2013 at 12:40 Deixe um comentário

É Natural

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É NATURAL

Eu me acostumei tanto
com uma e com outra
que talvez não sentisse mais a diferença
– não é indiferença –
É natural,
não tem manual :-
Tanto a alegria como a tristeza

Marli Savelli

24 de janeiro de 2013 at 10:32 Deixe um comentário

Ora Bolas

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ORA BOLAS

É hora de dizer:
– já era!
Ora bolas
‘bora’ Ser Feliz!

Marli Savelli

18 de janeiro de 2013 at 12:08 Deixe um comentário

Amanhecendo

deus

AMANHECENDO

Tem coisas que só Deus
sabe o por quê!
Não sei,
não busco 
mais certas respostas…
Menos ilusão!
(…)
Amanhecendo,
amadurecendo,
agradecendo
Deus sabe!

Marli Savelli

 

17 de janeiro de 2013 at 08:00 Deixe um comentário

Sorte Selada

retalho

SORTE SELADA

Só quero quando eu estiver
preparada
Pronta pra receber a minha
sorte extraviada…

A minha não vem por atalho
Porque a vida pra mim
é coisa demorada,
talvez, simples, variada…

Não vivo só de
trabalho…
Sou feita de muito
retalho!

Marli Savelli

16 de janeiro de 2013 at 14:13 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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AMOR SANTO Eu temo, sim, que se afaste de mim. Eu prefiro Você comigo Eu temo, sim, que me afaste de Ti. – – – E se for embora? – Você me chama ! E se me deixar levar? – Eu te chamo ! Meu Amor Santo ❤ Marli Savelli

Selo da Amizade

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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