30 de janeiro de 2013 at 12:01 Deixe um comentário

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Mão assassina não é só a de quem aperta o gatilho, mas de quem aponta a arma.

Marli Savelli

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A Montanha Antes Agora

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Proteção Anti-Cópia – O blog está protegido pela Lei de Direitos Autorais. Os textos aqui contidos não podem ser utilizados sem prévia e expressa autorização da autora, ficando o infrator sujeito às penas da Lei 9.610 de 19/02/1998.

Apocalipse, Amor e Fúria

Biblioterapia

Revelação Pessoal

REVELAÇÃO PESSOAL Os significados de certas coisas pra Deus, são diferentes dos significados que tem pra nós. É como se Ele usasse metáforas e analogias, e a gente levasse ao pé da letra da palavra, algumas vezes. Só que não é bem essa a explicação, pois não me refiro as palavras, essa é só uma […]

Brilhantemente

BRILHANTEMENTE A vida é divinamente admirável em sua sabedoria. Um dia ela te tira tudo, porque você precisa aprender alguma lição com a falta, e no outro, brilhantemente, te oferece muito mais, para te ensinar a viver bem… Marli Savelli

Viva Pra Sempre

VIVA PRA SEMPRE Eu queria ficar na cama dormindo, quando eu acordei e vi que você ainda não veio. Paciência, se eu preciso estar sempre viva ou viva pra sempre. Marli Savelli

O Coração ė um Músculo

O CORAÇÃO É UM MÚSCULO – Eu não sei se fala comigo e nem se me dá ouvidos. – Eu não trabalho com o previsto e ajo no anonimato. – Porque a sua forma é sempre dolorosa e humilhante? Que não me veja! – Você quer ser fraca como maria-mole ou forte como rocha? É […]

A Mão Direita

A MÃO DIREITA Eu não posso garantir longuras de vida àqueles que não lançam a mão direita na sabedoria Eu já posso garantir lonjuras da eternidade àqueles que vivem muitas datas ou poucos anos Marli Savelli

Selo da Amizade

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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