Archive for fevereiro, 2013

Ora, Ora!

enganos

ORA, ORA!

Cometi alguns
enganos
no decorrer dos
anos
que me apavora
Ora!
Quantas
vezes?
Ou,
vezes
quantos?
Não sei
até que
hora.
Ora, Ora!

Marli Savelli

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27 de fevereiro de 2013 at 08:29 Deixe um comentário

(In)Substituível

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(IN)SUBSTITUÍVEL

“Há quem diga que somos insubstituíveis, porque somos seres únicos – ninguém é igual a ninguém. Há quem diga que somos substituíveis porque aquilo que fazemos, o outro também pode fazer – não igual – talvez melhor, quem sabe pior, de forma diferente, com outros pontos-de-vista (…)”

Marli Savelli

15 de fevereiro de 2013 at 15:24 Deixe um comentário

Imagem

Olhou no espelho e disse: –
Covarde!
(Esta foi a imagem projetada de si,
desapontada)
Não é ninguém, senão
você mesma para mudar isso: –
Coragem!
E foi…
Desistiu e pros
. .. .              . seguiu!

Marli Savelli

“Ser feliz é uma responsabilidade muito grande.
Pouca gente tem coragem” – Clarice Lispector

14 de fevereiro de 2013 at 11:32 Deixe um comentário

Uns Contos

 

fada

UNS CONTOS

Vivemos uns contos de falhas,
eu conto _
com começo
meio
e fim!

Contos de fadas,
meu amor,
não tem fim,
(…)
nem começo.

Marli Savelli

13 de fevereiro de 2013 at 13:36 Deixe um comentário

Você Tem Medo?

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VOCÊ TEM MEDO?

FELIPE:  Tia, você tem medo de alguma coisa?…
EU:         Hum, deixa eu pensar […]  Já tive muito medo de barata, mas, hoje acho que é só nojo!…

FELIPE:  Tia, elefante tem medo de rato?…
EU:         Pois é! […]

Isso nos mostra que muitas vezes nos assustamos com coisas pequenas pra nós, tantas delas, inofensivas!…

Eu e meu sobrinho, Felipe, de 09 anos.

Marli Savelli

8 de fevereiro de 2013 at 10:01 Deixe um comentário

O Original

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O ORIGINAL

“_ Deus!  São tantas imitações, similares (…) Que eu possa, de alguma forma, saber reconhecê-lo ao encontrá-lo.   O original 

Marli Savelli

7 de fevereiro de 2013 at 11:20 Deixe um comentário

No Fim Do Jogo

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NO FIM DO JOGO

No final eu descobri
que quando dizia aquelas
coisas,
falava de você,
não de mim!
(não sei se percebeu)
Falava, grosseiramente, pra mim
de você…
No final eu descobri
Só no fim (…)
Não tinha mais vida!

Marli Savelli

6 de fevereiro de 2013 at 14:31 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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AMOR SANTO Eu temo, sim, que se afaste de mim. Eu prefiro Você comigo Eu temo, sim, que me afaste de Ti. – – – E se for embora? – Você me chama ! E se me deixar levar? – Eu te chamo ! Meu Amor Santo ❤ Marli Savelli

Selo da Amizade

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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