Archive for maio, 2013

Como Se Fosse Gente Grande

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COMO SE FOSSE GENTE GRANDE

[Saudade] …ade, …dade! Essa é uma das primeiras palavras que o Arthur Miguel está aprendendo a falar comigo. Um exercício quase que diário, geralmente às tardes, depois do trabalho, de volta pra casa, quando eu digo:- Saudade!… Saudade?… Ele diz: ade, dade (…)
E quando eu me deparo com o Arhur, hoje, com um ano e meio, já tendo algumas atitudes como se fosse gente grande – tentando, pelo menos – :-s, eu fico orgulhosa do seu progresso, mas, ao mesmo tempo, me leva a pensar:  “calma, por que ir tão depressa, pode ir sem pressa!”

Marli Savelli

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27 de maio de 2013 at 15:43 1 comentário

Até Onde Chega O Nosso Olhar

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ATÉ ONDE CHEGA O NOSSO OLHAR

Longe dos olhos,
longe do coração (…)
(O coração sente o que os olhos vê!)
Perto dos olhos,
perto do coração.

Marli Savelli

21 de maio de 2013 at 11:29 Deixe um comentário

Saudosa Lembrança

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SAUDOSA LEMBRANÇA

Engraçado como, vira e mexe, eu me vejo cantando uma música que minha mãe, de vez em quando, cantava aos ventos. Era uma canção saudosa que lhe remetia aos seus pais (meus avós) que já haviam partido para o céu (…) E eu, antes da ida da minha mãe, não me via cantando, nem percebia que ali estava gravando… E hoje, sempre que isso acontece, penso que ela está por perto… sei lá… soprando a canção aos meus ouvidos, feito anjo.

Marli Savelli

8 de maio de 2013 at 08:46 Deixe um comentário

Esta É A Minha Fé

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ESTA É A MINHA FÉ

Ensina-me, Senhor, a perdoar antes do partir do pão,
me ensina a repartir o pão (…)
E, aquele que tem mau propósito no coração,
eu entrego na tua mão,
Não me esquecendo deste teu sermão:
“__ Se teu inimigo tiver fome dá-lhe de comer!”
Eu sei que tenho a tua proteção…
Por isso, que nenhum plano do mal vingue sobre o bem!
Essa é minha oração.
Amém.

Marli Savelli

7 de maio de 2013 at 14:52 Deixe um comentário

A Mãe e a Criança

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A MÃE E A CRIANÇA

Ser mãe é voltar no tempo de criança
É ouvir música
do tempo de criança…
É ler história
do tempo de criança…
É fazer brincadeira
do tempo de criança…
É assistir desenho
do tempo de criança…
É rir como criança e não se preocupar com o tempo!

Marli Savelli

4 de maio de 2013 at 02:28 1 comentário

Mudança

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MUDANÇA

A mudança interna se revela no exterior aos poucos, à medida que encontra passagem vai desabrochando, ocupando seu espaço, modificando (…)

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Marli Savelli

3 de maio de 2013 at 10:41 Deixe um comentário


Obrigada =)

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Selo da Amizade

Biblioterapia

Eclosão

ECLOSÃO Todo aquele sentimento abafado, sufocado, camuflado, o que está mais lá dentro, protegido e guardado […] Você aflora, integra o que foi partido e irriga. Marli Savelli

Procuração Plenos Poderes

Eu sacrifico o meu direito de escolha e outorgo plenos poderes a Deus sobre a minha vida, para aceitar, prorrogar, retificar ou ratificar, escolher, alterar, responder, resolver, transferir e restituir, renovar, cessar e acessar (…) Autorizo-O a praticar atos em meu nome, por meio de mim – que eu não seja mais eu, não quero mais existir […]

Anulado

ANULADO Eu não carrego mais comigo o peso da promessa Deus já levou nos braços da cruz o meu fardo Eu tenho direito Está anulado! Estou livre Marli Savelli

O Rolo Eterno

O ROLO ETERNO Parece que tudo não passa de uma charada de difícil interpretação. A lógica que minha mente não está a altura de decifrar: histórias e nomes que se confundem, como num emaranhado de linhas, que só descobrimos com o desenrolar do rolo [mas, que ainda não entendemos]. Por uma razão que desconhecemos, só o Senhor […]

Aos Ratos e Aos Morcegos

AOS RATOS E AOS MORCEGOS ” Chegará o dia em que buscarás por Ele e não acharás “ – Senhor! – Senhor! ” E naquele dia atirarás aos ratos e aos morcegos os ídolos que fizeram pra adorar “ Mas, no dia de hoje, Ele ainda diz: “o que vem a mim  jamais o lançarei […]

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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