Archive for julho, 2013

O Sol Gira

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O SOL GIRA

Te ofereço um sol num dia de chuva
[ Desenha um sol
e joga sal ]
E que a nuvem fique doce
como algodão doce

Espera!
Já vem chegando o arco-íris.

Marli Savelli

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30 de julho de 2013 at 15:29 Deixe um comentário

Codinome, Benjamim

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CODINOME, BENJAMIM

Quando eu li o teu nome
Ah!… teu nome
– homem –
O teu nome
Ah!… teu nome
… beija-me!
[Benjamim]

Marli Savelli

24 de julho de 2013 at 16:38 Deixe um comentário

Intempestiva Tempestade

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INTEMPESTIVA TEMPESTADE

O que o vento não levou –
e tiver que levar,
leva!…
Eu não tenho nada,
nada!…
O que trouxe pra ficar,
fica!…
Eu tenho tudo,
tudo!…

Marli Savelli

19 de julho de 2013 at 12:37 2 comentários

Pressão

384276_197189473695804_100002142572074_421924_2095175413_n_largePRESSÃO

Pressão
pressão
pressão
pressão
[ Não ferve que explode! ]
Cansada de ser válvula de escape
… escapo.

Marli Savelli

18 de julho de 2013 at 12:30 Deixe um comentário

Eu Pinto O Sol De Amarelo

tumblr_lihcz4mU921qega2jo1_400_largeEU PINTO O SOL DE AMARELO

Eu sei que muitas coisas e pessoas são [ou estão] opacas e sem cor, no entanto, se coloco cores, aqui ou lá, é porque tenho tinta e acho que vale a pena colorir, fica mais alegre e bonito… Ninguém é perfeito, nada é completo, meu mundo não é cor-de-rosa, meu  sol é amarelo e o céu azul é meu preferido e de muito bom gosto – Deus, obrigada! Tudo bem que às vezes borra,  chove, chora – mas, o mais triste e solitário é enxergar tudo preto e branco sem se dar a chance de sonhar, acreditar que a vida é doce como um caramelo (…)

Marli Savelli

16 de julho de 2013 at 12:05 Deixe um comentário

A Música

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A MÚSICA

Hoje não tem poesia, só música…
A música dizia o que eu queria ouvir!
A música falava o que eu queria dizer!

Marli Savelli

15 de julho de 2013 at 12:59 Deixe um comentário

Amor

amorAMOR

Naquele momento eu pude ver
Ah! O amor …
Que já sofreste por amor,
que viveu outro amor,
que deseja um amor.
Eu também!
Eu também!
Eu também!

Marli Savelli

10 de julho de 2013 at 11:49 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Selo da Amizade

Biblioterapia

Eclosão

ECLOSÃO Todo aquele sentimento abafado, sufocado, camuflado, o que está mais lá dentro, protegido e guardado […] Você aflora, integra o que foi partido e irriga. Marli Savelli

Procuração Plenos Poderes

Eu sacrifico o meu direito de escolha e outorgo plenos poderes a Deus sobre a minha vida, para aceitar, prorrogar, retificar ou ratificar, escolher, alterar, responder, resolver, transferir e restituir, renovar, cessar e acessar (…) Autorizo-O a praticar atos em meu nome, por meio de mim – que eu não seja mais eu, não quero mais existir […]

Anulado

ANULADO Eu não carrego mais comigo o peso da promessa Deus já levou nos braços da cruz o meu fardo Eu tenho direito Está anulado! Estou livre Marli Savelli

O Rolo Eterno

O ROLO ETERNO Parece que tudo não passa de uma charada de difícil interpretação. A lógica que minha mente não está a altura de decifrar: histórias e nomes que se confundem, como num emaranhado de linhas, que só descobrimos com o desenrolar do rolo [mas, que ainda não entendemos]. Por uma razão que desconhecemos, só o Senhor […]

Aos Ratos e Aos Morcegos

AOS RATOS E AOS MORCEGOS ” Chegará o dia em que buscarás por Ele e não acharás “ – Senhor! – Senhor! ” E naquele dia atirarás aos ratos e aos morcegos os ídolos que fizeram pra adorar “ Mas, no dia de hoje, Ele ainda diz: “o que vem a mim  jamais o lançarei […]

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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