Archive for fevereiro, 2014

Que Eu Não Perca A Fé

que eu nao perca a fe

QUE EU NÃO PERCA A FÉ

Você pode abrir os olhos
ou fechá-los…
Pode olhar p’ro alto
ou p’ra baixo…
O céu existe
p’ra que a gente
não perca a esperança…
P’ra que a gente
não se esqueça de que
Deus existe!
P’ra que a gente
se mantenha em pé…
(…)
E que o dia te faça um café
e a noite um cafuné.

Marli Savelli

28 de fevereiro de 2014 at 12:52 Deixe um comentário

Perigosamente Sincera

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PERIGOSAMENTE SINCERA

É na TPM
que geralmente
falo e tenho atitudes,
aparentemente
impensadas,
mas que na verdade
tantas delas,
desejadas
e trancafiadas
Afiadas.

Marli Savelli

27 de fevereiro de 2014 at 14:01 Deixe um comentário

Uma Vírgula

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UMA VÍRGULA

Uma vírgula muda
todo o sentido.
Todo um sentir!

E ponto.

Marli Savelli

27 de fevereiro de 2014 at 12:02 Deixe um comentário

Amor Incondicional Sós Por Mim

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 AMOR INCONDICIONAL SÓS POR MIM

Estou me
desfazendo
de toda
mendiguice
Não por orgulho
– é meiguice –
amor próprio
(…)
Esse é o único
romance
pra vida inteira.

Marli Savelli

27 de fevereiro de 2014 at 11:44 Deixe um comentário

Libera

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LIBERA

Se
não
sente
minha
falta,

está
de
alta.

Marli Savelli

27 de fevereiro de 2014 at 11:39 Deixe um comentário

O Meu Gatinho

calendario

O MEU GATINHO

Quando eu vi
aquela carinha,
sentadinho,
de quem precisa
ser cuidado
e não de quem cuida!

Own#

Vê se
se cuida
direitinho,
tá?

Marli Savelli

26 de fevereiro de 2014 at 10:03 Deixe um comentário

O Fogo O Gelo Vai Queimar

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O FOGO O GELO VAI QUEIMAR

Eu estou congelada,
paralisada.
Se for amor
vai resistir ao
inverno
que me estação

O fogo o gelo vai queimar.

Marli Savelli

24 de fevereiro de 2014 at 12:07 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

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“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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