Archive for julho, 2014

Lápis e Borracha

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LÁPIS E BORRACHA

Na política, o que se fala – se escreve à lápis (…)

Marli Savelli

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31 de julho de 2014 at 14:20 Deixe um comentário

Entre Uma Taça E Outra

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 ENTRE UMA TAÇA E OUTRA

O amor
que não se diz
se engole
entre uma taça e outra
de solidão
e loucura.

Marli Savelli

30 de julho de 2014 at 16:36 Deixe um comentário

Aos Pés Da Cruz

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AOS PÉS DA CRUZ

Mantenha
bem.
Só que
– se possível –
Bem
afastado
de mim
este cálice
Pai

Cale-se!

Marli Savelli

29 de julho de 2014 at 15:59 Deixe um comentário

Vida Linda

tumblr_n7 VIDA LINDA

Eu te acho tão linda, Vida! Fico muito triste quando o Tempo te toma de mim!…

Marli Savelli

29 de julho de 2014 at 08:32 Deixe um comentário

(Es) Mago

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(ES) MAGO

Uma praga
no meu travesseiro
– esmago –
Procuro os vestigíos
e nada
pra poder contar (…)
Mago?
Não mais vi, mas não cria
Crês?

Marli Savelli

28 de julho de 2014 at 11:10 Deixe um comentário

Quatorze Anos

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QUATORZE ANOS

Quatorze anos. Se não cresceu, não aprendeu, depois de tantos tombos, te dou de ombros… e vou pra casa. (…)

Hoje, quando eu estiver feliz e satisfeita comigo mesma e todas as coisas que sempre busquei, quem sabe, eu queira outro alguém, afinal, eu já tive quem sempre me acordava do sonho antes de chegar nele e agora não pretendo correr o risco de ter alguém travando o meu riso, me atravancando, atrasando (…) Se não sei tudo que quero, sei ao menos o que não quero. Quando eu tiver algo para oferecer estarei pronta para receber (…) e que eu não te tenha como minha muleta, nem meu amuleto [#idem pra você] – embora eu saiba que me trará sorte, te dará! No amor e na vida =)

Marli Savelli

24 de julho de 2014 at 11:58 Deixe um comentário

Um Sinal

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UM SINAL

Recebi dos céus
um sinal azul
de brancura
como a luz
que procura.

Marli Savelli

22 de julho de 2014 at 08:40 Deixe um comentário

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Obrigada =)

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Eclosão

ECLOSÃO Todo aquele sentimento abafado, sufocado, camuflado, o que está mais lá dentro, protegido e guardado […] Você aflora, integra o que foi partido e irriga. Marli Savelli

Procuração Plenos Poderes

Eu sacrifico o meu direito de escolha e outorgo plenos poderes a Deus sobre a minha vida, para aceitar, prorrogar, retificar ou ratificar, escolher, alterar, responder, resolver, transferir e restituir, renovar, cessar e acessar (…) Autorizo-O a praticar atos em meu nome, por meio de mim – que eu não seja mais eu, não quero mais existir […]

Anulado

ANULADO Eu não carrego mais comigo o peso da promessa Deus já levou nos braços da cruz o meu fardo Eu tenho direito Está anulado! Estou livre Marli Savelli

O Rolo Eterno

O ROLO ETERNO Parece que tudo não passa de uma charada de difícil interpretação. A lógica que minha mente não está a altura de decifrar: histórias e nomes que se confundem, como num emaranhado de linhas, que só descobrimos com o desenrolar do rolo [mas, que ainda não entendemos]. Por uma razão que desconhecemos, só o Senhor […]

Aos Ratos e Aos Morcegos

AOS RATOS E AOS MORCEGOS ” Chegará o dia em que buscarás por Ele e não acharás “ – Senhor! – Senhor! ” E naquele dia atirarás aos ratos e aos morcegos os ídolos que fizeram pra adorar “ Mas, no dia de hoje, Ele ainda diz: “o que vem a mim  jamais o lançarei […]

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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