Archive for outubro, 2014

Eu Estou Aqui

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EU ESTOU AQUI

Quando me ocorre algo referente
o tempo
Muitas vezes penso
no passado
como se presente
Por quê?… Onde estou?
O tempo parou?
Não! A virada aconteceu…
Então,
logo penso no futuro
E o hoje, cadê?…
Se escondendo
no passado e no futuro
para que ninguém lhe roube
o presente.
E que assim se eternize!

Marli Savelli

23 de outubro de 2014 at 08:49 Deixe um comentário

Eu Não Sou Digna

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EU NÃO SOU DIGNA

Eu não sou digna!
Perdi a etiqueta,
meu vestido de princesa
Estou sem sapatos
De pés rachados
Rechaçada
Eu não sou digna!

Marli Savelli

21 de outubro de 2014 at 09:28 Deixe um comentário

Por Mais Escura Que Esteja A Caminhada

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POR MAIS ESCURA QUE ESTEJA A CAMINHADA

Muitas vezes, certas coisas, pessoas, situações, vem pra nos deixar confusos, tentar nos fazer perder (…) Eu até me perco nos sinais, mas não de vista, por mais escura que esteja a caminhada.

Marli Savelli

14 de outubro de 2014 at 08:48 Deixe um comentário

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Do lado de cá
estou
de passagem
Eu vim
de passagem
comprada
de volta pra lá

Marli Savelli

10 de outubro de 2014 at 08:39 Deixe um comentário

Por Todos Os Séculos

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POR TODOS OS SÉCULOS

Quando nossos corpos se tocarem pelas próximas manhãs, que hão de se levantar, como pelas próximas noites, que hão de se deitar, que a gente se ame com peles e manhas, sem lençóis e mantas, sem maçãs e avelãs, no crepúsculo que nos cubras, de sóis e luas (…) E que o desejo não se perca um pelo outro, mas que a gente se perca um no outro. Por todos os séculos, amém!

Marli Savelli

9 de outubro de 2014 at 13:09 Deixe um comentário

Grande

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GRANDE

A: __ Olha, mamãe, ali, que árvore grande.

M: __ Lembra da árvore que o vovô plantou? Então, logo vai crescer e ficar grande assim. Igual você que vai crescer e ficar grande, igual a mamãe.

A: __ Não, mamãe. Arthur vai crescer e ficar igual o Arthur mesmo.

M: __ Ah, sim! Claro [ rrrssss ]

Marli Savelli

7 de outubro de 2014 at 07:47 Deixe um comentário

Para Mim E Ti

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PARA MIM E TI

Eu sei que haverá tempo
para mim e ti
Uma eternidade
saboreada com café e licor

Eu sei que haverá eternidade
para mim e ti
Um tempo
saboreado com café e licor

Marli Savelli

6 de outubro de 2014 at 15:01 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Selo da Amizade

Biblioterapia

Pais e Filhos III

PAIS E FILHOS III “Primeiro eu peço com amor, se não obedecer, eu alerto: se não for, vai na vara ou no castigo. E sai rapidamente pra fazer!” Um episódio assim representa aquelas pessoas que não dão ouvidos à voz de Deus, precisam enfrentar alguma dor, sofrer algum castigo para aprender aquilo que é, muitas […]

Tentações No Deserto

TENTAÇÕES NO DESERTO Eu só quero o que vier das mãos de Deus Não quero uma mesa farta de alimento, fama ou poder, oferecida pelo diabo Nada disso tem valor sem Ele. Marli Savelli

Canibalismo Espiritual

Eu me alimento, de manhã, meio dia e noite, para poder alimentar. Há quem prefira às madrugadas, não importa! Mas, existem pessoas sofrendo de canibalismo espiritual, onde o seu corpo está se desintegrando por falta de alimento, desidratados, pois, até mesmo as suas reservas – de energias, alegrias, os seus dons, as suas promessas, estão sendo devoradas, […]

Não Negue Cristo

NÃO NEGUE CRISTO Eu: Se eu soubesse, Senhor, eu faria diferente (…) Deus: Baseado nos seus sentimentos, opiniões e razões. Por isso mesmo, você não pode ser governada pelas suas vontades, sou eu quem dito! Espalhe amor e não religião. Não negue Cristo. Marli Savelli

Encurvamento

ENCURVAMENTO Passa-se tanto tempo amarrado, que ao se libertar não consegue voar, bate as asas e cai no mesmo lugar, dando voltas em círculos, chorando as cebolas do Egito. Qual o seu grau de encurvamento? Os velhos ídolos, tradições e ritos pesam sobre os teus ombros. Não há mais correntes, sai do cativeiro, o Senhor […]

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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Na Minha Casa, Tagore

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