Archive for novembro, 2014

Amor Exigente

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AMOR EXIGENTE

Não quero pela metade
– mais ou menos –
Se não for se doar por
inteiro
Nem venha cavaleiro!

Busca por aventura
ou é amor que procura?

Marli Savelli

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27 de novembro de 2014 at 11:06 Deixe um comentário

Meu Amor Humano

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MEU AMOR HUMANO

Se estiver carente,
cuida pra não ficar doente.
Às vezes, fico triste.

Se eu estiver brava,
vai… [até que me venha brandura]
Talvez, eu grito.

Se eu estiver cansada,
deita aqui, me abraça e me cura.
Nem sempre sorrio.

Se estiver feliz,
vamos comer bolo e se lambuzar,
fazer cara de bobo e brincar…

Marli Savelli

25 de novembro de 2014 at 14:40 Deixe um comentário

Nem Que O Mundo Acabe

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NEM QUE O MUNDO ACABE

O mundo gira
E me leva até você
(me traz)
Enquanto
o mundo pira
__ Vai, passa!…
Hoje ou amanhã
Não importa o fuso
O que parece fora de hora
é a hora
( Confuso? )
Pra sempre não acaba
Nem que o mundo
acabe

Marli Savelli

24 de novembro de 2014 at 11:01 Deixe um comentário

Contando Historinha Pra Dormir…

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CONTANDO HISTORINHA PRA DORMIR…

Arthur: Mamãe, o lobo soprou!

M: Nossa, e daí, o que aconteceu?…

Arthur: O porquinho fez outra casinha.

M: e depois…

Arthur: O lobo soprou.

M: Mas, daí a casinha não caiu…

Arthur: É. Boa noite mamãe. Amanhã a gente brinca mais.

M: Amoooooo

Marli and Arthur

21 de novembro de 2014 at 09:19 Deixe um comentário

Primeiro Poeminha

PRIMEIRO POEMINHA

“Ma-ma-nha
A mamãe manha”

Arthur Miguel

Esse é o primeiro poema do Arthurzinho (…) Ontem ele chegou correndo até mim, como que com uma grande descoberta, e disse:

ARTHUR:
<< Olha, mamãe, olha:
“Ma-ma-nha
A mamãe manha” >>

(risos)

MAMÃE:
<< Que orgulho, meu poeta# >> (muitos beijos)

17 de novembro de 2014 at 08:16 Deixe um comentário

Secreto

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SECRETO

Você me eleva.
__ Quem me segreda?…
Fecha a porta e se revela
em secreto.

Marli Savelli

13 de novembro de 2014 at 09:03 Deixe um comentário

Anestesiada

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ANESTESIADA

{…}  eu espero como um paciente anestesiado …
pacientemente anestesiada {…}

Marli Savelli

13 de novembro de 2014 at 08:05 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Selo da Amizade

Biblioterapia

Eclosão

ECLOSÃO Todo aquele sentimento abafado, sufocado, camuflado, o que está mais lá dentro, protegido e guardado […] Você aflora, integra o que foi partido e irriga. Marli Savelli

Procuração Plenos Poderes

Eu sacrifico o meu direito de escolha e outorgo plenos poderes a Deus sobre a minha vida, para aceitar, prorrogar, retificar ou ratificar, escolher, alterar, responder, resolver, transferir e restituir, renovar, cessar e acessar (…) Autorizo-O a praticar atos em meu nome, por meio de mim – que eu não seja mais eu, não quero mais existir […]

Anulado

ANULADO Eu não carrego mais comigo o peso da promessa Deus já levou nos braços da cruz o meu fardo Eu tenho direito Está anulado! Estou livre Marli Savelli

O Rolo Eterno

O ROLO ETERNO Parece que tudo não passa de uma charada de difícil interpretação. A lógica que minha mente não está a altura de decifrar: histórias e nomes que se confundem, como num emaranhado de linhas, que só descobrimos com o desenrolar do rolo [mas, que ainda não entendemos]. Por uma razão que desconhecemos, só o Senhor […]

Aos Ratos e Aos Morcegos

AOS RATOS E AOS MORCEGOS ” Chegará o dia em que buscarás por Ele e não acharás “ – Senhor! – Senhor! ” E naquele dia atirarás aos ratos e aos morcegos os ídolos que fizeram pra adorar “ Mas, no dia de hoje, Ele ainda diz: “o que vem a mim  jamais o lançarei […]

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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