Archive for abril, 2015

Benção Divina

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BENÇÃO DIVINA

Eu só quero
se da Tua Mão
eu tiver a benção
Eu só vou
se da Tua Mão
eu receber a benção
A tua benção
meu Deus!

Marli Savelli

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30 de abril de 2015 at 11:41 Deixe um comentário

O Valor Não Está No Tempo

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O VALOR NÃO ESTÁ NO TEMPO

Tudo tem um preço –
querendo ou não, paga!
Nem sempre em contos de reais.

Quanto pesa o um? 
zero vale quanto? …
Quantos mais! …

Não se faz mais valioso,
pelo muito tempo,
Há porções que vale uma vida.

Marli Savelli

28 de abril de 2015 at 11:52 Deixe um comentário

Às Tiriricas

ÀS TIRIRICAS

Faz o ninho
e se deita às tiriricas?…
É daninho.
[ Livrai-me do laço do passarinheiro ]
Eu, passarinho.

Marli Savelli

27 de abril de 2015 at 11:43 Deixe um comentário

Estrela De Hollywood

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ESTRELA DE HOLLYWOOD

Assistir no sofá
da sala
O Poderoso Chefinho
– sem algoz
nem atroz –
Com o meu príncipe
super-herói
Estrela de hollywood
O Menino Lobo
Arco e flecha
no Coração de Leão.

Marli Savelli

24 de abril de 2015 at 11:38 Deixe um comentário

Viva

Estrelinhas

VIVA

Sonhos que talvez,
ainda de vez –
não foram colhidos
nem fingidos

[ me mantiveram viva ]

Marli Savelli

23 de abril de 2015 at 12:51 Deixe um comentário

Opostos se Atraem e Traem?

sempre_estrelas OPOSTOS SE ATRAEM E TRAEM?

Eu espero do outro aquilo que eu sou e do amor aquilo que eu dou. Eu tenho em mim o que eu quero, quando do amor-próprio.

Querer mudar a essência do outro é não se agradar do seu perfume. Não adianta querer trocar a sua espécie: vaca come capim, galinha come milho, existem os que se alimentam de frutos, outros de carnes (…) Imagine-se numa floresta com os mais variados tipos – somos todos iguais, porém, diferentes – mansos, ferozes, traiçoeiros (…)

Cada um procure o que te satisfaça e  se abasta. Eu primeiro me basto.

Marli Savelli

22 de abril de 2015 at 12:27 Deixe um comentário

Não Brinca Com O Meu Coração

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NÃO BRINCA COM O MEU CORAÇÃO

Deitada com o Arthur sentado na minha barriga, quando de repente pululam no meu peito.

__ Filhinho, assim você machuca o coração da mamãe. Eu sei que foi sem querer, por isso eu te perdoo.

Ele um pouco sem graça, dá uma risadinha:

__ Mamãe, eu só estava brincando, queria brincar com seu coração.

Marli and Arthur.

17 de abril de 2015 at 09:01 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Apocalipse, Amor e Fúria

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De Volta a Vida

  DE VOLTA A VIDA Nem Albert Einstein poderia me energizar, ele é só mais uma criatura, dentre tantas outras criaturas sua, que se encurvaria diante da tua grandeza. Quem, senão o Senhor, o Deus poderoso, maravilhoso, bondoso (…) Livra-me, ó Senhor! Salva-me! Estou confusa, sem forças, abatida e entristecida!? Responde-me, pois, eu falo contigo […]

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O AMANHÃ PERTENCE A DEUS Não saber o amanhã é andar de olhos vendados com o mapa na mão A fé É algo que se vê por dentro Marli Savelli  

Eu Cultivo o Perdão

EU CULTIVO O PERDÃO Eu agradeço a Deus pelo tempo de aprendizado, mas, já me libertei desse relacionamento tóxico, conquistei o direito de não ter que ouvir os teus maldizeres, e mais, de te bloquear quando necessário, de te impedir de acessar a minha casa no interior (…) Não sou egoísta, o caminhar é individual. Joga […]

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O TALHAR DIVINO Quem disse que o processo de ser feito de novo é indolor? – Que outro, senão eu a pedra bruta! Primeiro com um martelo a esmiúça E segundo talha e trabalha – Poderá lembrar-se do antigo vaso? Então, derrama do seu vinho Dá novas vestes, calça as sandálias Põe o anel no […]

Amor Santo

AMOR SANTO Eu temo, sim, que se afaste de mim. Eu prefiro Você comigo Eu temo, sim, que me afaste de Ti. – – – E se for embora? – Você me chama ! E se me deixar levar? – Eu te chamo ! Meu Amor Santo ❤ Marli Savelli

Selo da Amizade

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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