Archive for fevereiro, 2016

Dilúvio

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DILÚVIO

Chovia
……chovia
………….chovia
………………….e a arca
………….subia
…….subia
Subia

Marli Savelli

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29 de fevereiro de 2016 at 12:33 Deixe um comentário

Perdedor

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PERDEDOR

Posso entender a ira
do inimigo
Lágrimas seriam inúteis
e aplausos fúteis
Ah…
mas com o Louvor
ele não podia!
Assoprava
toda a dor
que o mal havia ferido.

– Perdedor!

Marli Savelli

♪ ♫ ♫ ♪ Quão Grande É O Meu Deus – Soraya Moraes

26 de fevereiro de 2016 at 09:33 Deixe um comentário

Tribunal Do Homem

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TRIBUNAL DO HOMEM

No tribunal do homem,
decidiu não chorar –
só pedia a Deus que não saísse dali
mais ferida de que quando entrou
e que pudesse
perdoar o acusador
e resistir aquele mal
__ Quem é ela, diz!
__ Quem sou eu , dizia!
__ Não importa quem seja você,
importa que Eu Sou Deus – Ele disse!

Marli Savelli

21 de fevereiro de 2016 at 16:12 Deixe um comentário

Uma Decisão Particular

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UMA DECISÃO PARTICULAR

Você não me convenceu coisa nenhuma,
disso ou daquilo – não concordei!
Foi como se tentasse me convencer que fantasma existe.

Eu não te convenci coisa nemhuma,
disso ou daquilo – não concordou!
Foi como se tentasse te convencer que Papai Noel existe.

Tem coisas que só existem
e conseguimos trazer a existência
quando acreditamos nela…

Marli Savelli

20 de fevereiro de 2016 at 21:52 Deixe um comentário

Reação

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REAÇÃO

Um cão
que quando late
morde
[…]
Não ameaça,
só comunica!

Marli Savelli

19 de fevereiro de 2016 at 19:35 Deixe um comentário

Somos Mais Que Um

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SOMOS MAIS QUE UM

Juntos
somos mais
que um
milhão

Juntos
somos como
que um
exército

Há muitos inimigos!
A guerra do nosso Pai
é a nossa guerra

Marli Savelli

18 de fevereiro de 2016 at 22:00 Deixe um comentário

Os Cinco Sentidos

Leao-gosta-de-orar

OS CINCO SENTIDOS

Com instinto
de um cão selvagem
fareja
nos cinco sentidos
o alimento
E de estômago vazio
saboreia
com a boca
aquilo que não é bicho
– é sonho !

Marli Savelli

17 de fevereiro de 2016 at 20:05 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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AMOR SANTO Eu temo, sim, que se afaste de mim. Eu prefiro Você comigo Eu temo, sim, que me afaste de Ti. – – – E se for embora? – Você me chama ! E se me deixar levar? – Eu te chamo ! Meu Amor Santo ❤ Marli Savelli

Selo da Amizade

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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