Archive for outubro, 2016

Desintegrado

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DESINTEGRADO

Isso só prova no concreto
O quanto eu me doei,
ainda que doeu.
O quanto eu abri mão
e o punho.
O quanto eu cedi
e tive sede.

Agora eu já me desintegrei,
de carne
até os ossos
De alma e espírito
E a árvore seca
refloresce
porque tenho raízes.

Marli Savelli

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30 de outubro de 2016 at 14:16 Deixe um comentário

Em Teus Braços

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EM TEUS BRAÇOS

Eu me canso
mas, o Senhor não se cansa
E asas exaustas
faz voar como águia
Pois estou presa
em teus braços

Marli Savelli

22 de outubro de 2016 at 22:16

Graças a Deus

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GRAÇAS A DEUS

Eu te dou graças,
meu Deus,
pelas coisas
que tens me feito
Sei que não é acaso,
senão, as tuas mãos
me alcançando,
me amando
e me dando prazer!
Tens me levado
a provar de extremos
opostos […]
Fazendo sorrir
a tristeza
Com as graças
que em mim se cumprem!

Marli Savelli

21 de outubro de 2016 at 12:01 Deixe um comentário

Aliança, Deus e os Homens

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ALIANÇA, DEUS E OS HOMENS

Nós devemos amar a Deus acima de todas as coisas, porém, não podemos dizer que amamos  a Deus se não amarmos o próximo, e só amamos o próximo se amarmos a nós mesmos.

Marli Savelli

20 de outubro de 2016 at 11:37 Deixe um comentário

Por Mais Que Eu Queira

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POR MAIS QUE EU QUEIRA

Por mais que eu queira,
ainda é não…

Porque você não me conquistou!

Por mais que eu queira,
dizer sim…

Você ainda não me conquistou!

Marli Savelli

19 de outubro de 2016 at 18:28 Deixe um comentário

O Amor é a Arma

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O AMOR É A ARMA

O amor é a arma
[mais poderosa]
Se vence
amando
e não
atacando!
Ser sábio
é mais
do que
ser forte!

Mali Savelli

19 de outubro de 2016 at 11:49 Deixe um comentário

Viva! Eu Escolho Viver

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VIVA!  EU ESCOLHO VIVER

“A vida e a morte estão no poder da língua

O que a gente fala, põe na boca, come ou bebe, tem o poder de determinar a nossa vida e o prolongamento dos nossos dias, assim como o da nossa morte e a abreviação desses dias na terra. Deus nos propõe dois caminhos: o da-vida-do-bem-da-benção e o da-morte-do-mal-da-maldição. E nos aconselha: “..escolha pois a vida, para que vivas!”

[ Veja a responsabilidade que Ele entregou ao homem, o livre arbítrio nas escolhas e suas consequências… A  vida vem D’ele, mas a vida é sua! ]

O da vida, geralmente, vem acompanhado de sacrifícios, pois, nem sempre é conforme as nossas vontades, porém, não desprovido de delícias, que acaba por fartar a nossa vontade. Enquanto que o da morte, são de facilidades e de um gosto apurado com os mais diversos venenos, que não satisfaz, alargando a maldição e refreando a benção.

Marli Savelli

18 de outubro de 2016 at 11:28 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Selo da Amizade

Biblioterapia

Eclosão

ECLOSÃO Todo aquele sentimento abafado, sufocado, camuflado, o que está mais lá dentro, protegido e guardado […] Você aflora, integra o que foi partido e irriga. Marli Savelli

Procuração Plenos Poderes

Eu sacrifico o meu direito de escolha e outorgo plenos poderes a Deus sobre a minha vida, para aceitar, prorrogar, retificar ou ratificar, escolher, alterar, responder, resolver, transferir e restituir, renovar, cessar e acessar (…) Autorizo-O a praticar atos em meu nome, por meio de mim – que eu não seja mais eu, não quero mais existir […]

Anulado

ANULADO Eu não carrego mais comigo o peso da promessa Deus já levou nos braços da cruz o meu fardo Eu tenho direito Está anulado! Estou livre Marli Savelli

O Rolo Eterno

O ROLO ETERNO Parece que tudo não passa de uma charada de difícil interpretação. A lógica que minha mente não está a altura de decifrar: histórias e nomes que se confundem, como num emaranhado de linhas, que só descobrimos com o desenrolar do rolo [mas, que ainda não entendemos]. Por uma razão que desconhecemos, só o Senhor […]

Aos Ratos e Aos Morcegos

AOS RATOS E AOS MORCEGOS ” Chegará o dia em que buscarás por Ele e não acharás “ – Senhor! – Senhor! ” E naquele dia atirarás aos ratos e aos morcegos os ídolos que fizeram pra adorar “ Mas, no dia de hoje, Ele ainda diz: “o que vem a mim  jamais o lançarei […]

Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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