Archive for dezembro, 2016

Eu Não Deixo de Acreditar

bemestar

EU NÃO DEIXO DE ACREDITAR

Eu sinto
a vida percorrendo
nas minhas veias
do alto da cabeça
a planta dos pés
Pulsa
o verso que agora falo
e expulso
para não morrer
O sonho que
me faz sorrir
e me faz chorar

[ Eu não deixo de acreditar! ]

Marli Savelli

30 de dezembro de 2016 at 17:47 Deixe um comentário

Mil Anos

1d76MIL ANOS

Parte de uma conquista começou a chegar junto com o ano novo, as boas notícias […] Tem colheita que é demorada: algo esperado por anos e algo sem esperar. Não é uma questão de merecer ou não, mas sim, de amadurecer. Em nenhum momento pensei em desistir, mas parei de pensar, não porque dava menos importância, mas porque dava importância demais. É preciso ter paciência! Não adianta tentar convencer Deus, Ele é que te convence. [ Neste mar de maravilhas existe muitas tormentas ] Algumas coisas foram resolvidas, mas tem muita coisa para se resolver: queimei algumas fotos, paguei as contas, joguei os cd’s, removi as poeiras do tapete, perdi a cabeça e algumas chaves, refiz certidões e escrituras, e ainda troco os travesseiros e cobertores […] Eu posso levar mil anos o que alguém pode fazê-lo em poucos dias.

Marli Savelli

26 de dezembro de 2016 at 14:33 Deixe um comentário

Eu Perco a Hora

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EU PERCO A HORA

Num sono profundo
o despertador
soa como uma canção

Marli Savelli

22 de dezembro de 2016 at 08:22 Deixe um comentário

Só Pra Dizer Que Te Amo

e-cada-coisa-que-escrevo-so-pra-dizer-que-te-amo-resenhaSÓ PRA DIZER QUE TE AMO

Mesmo que estejamos muito ocupados
temos que encontrar um tempo:

Para saber como o outro está,
para que ele saiba que tem você.

Para dizer ao outro que é especial,
para que ele saiba que tem o seu amor.

Para olhar o que outro expressa no rosto,
para que ele saiba que nem precisa falar.

Para se colocar no lugar do outro,
para que ele saiba que você entende.

Para trocar o seu coração de lugar,
para que ele saiba que você está presente.

Marli Savelli

18 de dezembro de 2016 at 22:04 Deixe um comentário

Sobrevivência

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SOBREVIVÊNCIA

Eu sei que é ilusão
Mas a gente precisa
Ter para viver

Eu preciso mais do que quero
Eu quero mais do que preciso

Marli Savelli

15 de dezembro de 2016 at 21:48 Deixe um comentário

Calculadora de Deus

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CALCULADORA DE DEUS

Com Deus é assim:
quem dá dois recebe quatro,
quem tira dois
fique sem nenhum

“Porque àquele que dá,
ainda mais lhe será dado.
E, àquele que tira,
até o que tem lhe será tirado”

[ Porque me pede aquilo que é seu?
Aquilo que já é seu
não tenho como meu.
Mas, me pede como se fosse meu! ]

Marli Savelli

11 de dezembro de 2016 at 14:35 Deixe um comentário

Eu Odeio Papai Noel

tumblr_me7EU ODEIO PAPAI NOEL

Eu odeio Papai Noel e ele não gosta de mim. Por favor, não venha me visitar! Deixamos isso claro entre nós, e nos toleramos com amor,  afinal, é só um mês que ele está presente, que vale por dois, com o pagamento do 13° salário, que as pessoas não cansam de dizer que não lhe restam mais nenhum centavo. Eu não gosto das musiquinhas e nem das festas. […]Talvez eu não ria, mas chore. Talvez eu não esteja cheia de graça -Ave Maria! E as luzes esvoaçam pelas cortinas da janela afora.Esmola de fim de ano por toda a parte… Não me amola!

Marli Savelli

10 de dezembro de 2016 at 16:18 Deixe um comentário

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

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“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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