Nos Andares dos Altares

24 de julho de 2018 at 16:26 Deixe um comentário

January-22-2013

NOS ANDARES DOS ALTARES

Primeiro o Altar
Depois a minha casa

Logo,

A minha casa depois
do Altar

Nos andares de Deus
Às suas alturas

Marli Savelli

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Entry filed under: Poema e Poesia.

Até o Arrebatamento Além Das Teorias

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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Apocalipse, Amor e Fúria

Biblioterapia

Ágape

ÁGAPE Eu amo os que te amam e desprezo os que te desprezam – porque o que te fere, a mim fere! 《 Quando faze ao meu pequenino》♡ Marli Savelli

O Sonho é Semente

O SONHO É SEMENTE O desejo de ser provém do sonho. E o sonho é fruto da semente que você vai se descobrir quando se tornar árvore, pois, pelos seus frutos será conhecido. Por isso não questione se a laranja não deseja ser maçã, assim como para a semente de maçã se tornar laranja quando […]

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CORAÇÃO NOBRE O Amor é difícil! Tem sentimento nobre, uma raridade de ser ver (…) Eu vou buscando te interpretar quando nem você ainda sabe quem é… E desejo que não seja transformado naquilo que não é, por aqueles que não conhecem a tua carência e a tua caridade. A força de um guerreiro na […]

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ABASTEÇA-ME COM TEU AMOR, POR FAVOR Que Jesus renasça no coração de cada um nós, e que haja amor, amor e amor(…) Levem este sentimento para o mundo todo, porque o amor é a maior de todas as profecias ♡ Que Deus abençoe! – Marli Savelli e Família.

Um Lugar de Refúgio

UM LUGAR DE REFÚGIO A minha casa é para mim uma devolutiva de como eu estou Casa de Deus. Eu sou um lugar agradável de estar? O Espírito Santo está integrado ao ambiente? Se eu tenho amado cada cantinho do meu lar, Deus tem amado a cada pedacinho do meu corpo? Se tem algum espaço […]

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Por Clarice Lispector

“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

Licença Poética

Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

Albert Einstein e Tagore

Tagore e Mahatma Gandhi

Lançando a Rede

Prêmio Dardos

Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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