Posts tagged ‘Fabula’

A Águia e o Passarinho

A ÁGUIA E O PASSARINHO

A águia com seus olhos de longe alcance avistou o passarinho e o chamou com um canto. Ele seguiu o som até encontrá-la enclausurada numa ampla gaiola dourada de quatro paredes. Uma luxuosa morada, com água fresca, alimento e tudo mais.

Por ser muito amada, prendiam-na, acreditando que assim ela estaria segura. Porém, cativa e triste, gorjeou sua dor ao passarinho:

__ Veja só você – tens voado livremente pelos vales. Agora, eu estou aqui neste espaço pequeno e escuro, impossibilitada de realizar altos vôos. Quero a liberdade! Os meus filhotes precisam voar nas nuvens altivas, conhecer o mundo!…

O passarinho ficou estarrecido e um pouco confuso com a situação e tamanha aflição. Sem saber o que fazer saiu pensando em como poderia abrir a porta da prisão. A voz do seu pensamento se repetia: Liberte-os! Liberte-os!

MORAL: Os gigantes também enfrentam obstáculos.

Marli Savelli

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2 de fevereiro de 2011 at 15:05 Deixe um comentário

A Ratoeira

 

A RATOEIRA

Tiquinho, o rato, sabia que Quiko,  o gato,  era seu inimigo. O gato ficava sempre à espreita para que numa oportunidade,  ‘nhac’,  já era o Tiquinho.

O ratinho muito esperto, sempre antes de sair do seu abrigo em busca de alimento,  olhava ao redor para ver se o gato estava por perto. Caso estivesse,  mudava o caminho ou nem mesmo saia de sua toca.

Certo dia, checando o ambiente, viu que a área estava limpa,  nenhum perigo a vista, então, ligeirinho, foi levado pelo cheiro até o banquete que ofertava seu prato predileto  e ‘nhac’. Tiquinho foi abocanhado.

Mas, se Quiko não estava por ali, quem poderia ser?
__ A refeição estava sendo oferecida pela senhora Ratoeira.

 

MORAL : O inimigo mais perigoso é aquele que lhe parece amigo.

Marli Savelli

 

A Ratoeira publicado no Palavras Rabiscadas em 04/06/2010

20 de julho de 2010 at 13:25 Deixe um comentário


Obrigada =)

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"Eu escrevo o que me vem ao coração, não me pergunte o porquê nem pra quem. Preciso!"

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“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora”. C. Lispector

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Licença poética é uma incorreção de linguagem permitida na poesia. Em sentido mais amplo, são opiniões, afirmações, teorias e situações que não seriam aceitáveis fora do campo da literatura. A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para utilizar recursos como o uso de palavras de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o caráter "fingidor" da poesia, de acordo com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Prof. Dr. José PAZ Rodrigues

Professor Doutor, José PAZ Rodrigues, didata, poliglota, licenciado e graduado em Pedagogia pela Universidade Complutense de Madrid. Especialista mundial em Robindronath TAGORE, tem a melhor biblioteca do mundo dedicada a TAGORE, com mais de 30.000 volumes em todas as línguas, inclusive, edições brasileiras. Estuda este escritor desde 1966, teve como tese de doutorado: “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”. (Clique aqui para acessar seus artigos)

Minha Homenagem

Clique na foto do escritor, poeta, romancista e músico indiano, Robindronath TAGORE (7/5/1861-7/8/1941- Calcutá – Índia), para acessar alguns de seus poemas e escritos, publicados em homenagem a ele, que se realiza no ano de 2011, quando se completa 150 anos desde o seu nascimento e 70 de falecimento. Tagore, chamado por Mahatma Gandhi de “o grande mestre”, ganhou em 1913 o prêmio Nobel de Literatura. Tagore, depois de educação tradicional na Índia, completou sua formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880 e começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda Poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia, em Santiniketon, que, em 1921, foi transformada em universidade.

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Lançando a Rede

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Prêmio indicado por Helena Frenzel, do blogue bluemaedel.blogspot.com. Obrigada, querida, pelo carinho, reconhecimento e leituras. “A conquista é nossa! Eu digo nossa porque, a conquista nunca é solitária, existe mais alguém:- aqui, “o leitor”! .Ele me motiva a continuar, está a me inspirar (...)” Marli Savelli

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